GNL

Petrobras estuda instalação de terminal de regaseificação no Uruguai

A Petrobras confirmou , nesta quinta-feira,que avalia a instalação de um terminal de regaseificação de gás natural liqüefeito (GNL) no Uruguai. A nova unidade poderia ter investimentos de US$ 400 milhões.

Jornal do Commercio
29/06/2007 00:00
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A Petrobras confirmou , nesta quinta-feira,que avalia a instalação de um terminal de regaseificação de gás natural liqüefeito (GNL) no Uruguai. A nova unidade poderia ter investimentos de US$ 400 milhões. Entretanto, a empresa ressaltou que ainda não há nada definido, com relação a esse projeto. Este ano, a empresa fechou algumas medidas para parcerias em projetos de GNL. Em fevereiro, a estatal assinou acordo com a petroleira russa Gazprom para estudar parcerias com a Petrobras, com possibilidade de fechamento de negócios ainda este ano. Naquele mês, a estatal brasileira informou que desejava importar 20 milhões de metros cúbicos de GNL por dia a partir de 2008, com o objetivo de diversificar as fontes de abastecimento, hoje restritas à Bolívia e ao gás nacional. Em abril, a Petrobras assinou em Barcelona, na Espanha, protocolo de intenções com a empresa Nigerian LNG para fornecimento GNL, estabelecendo todas as condições para a negociação entre as duas empresas sempre que houver demanda de GNL, por parte da companhia brasileira. Os trabalhadores da Petrobras decidiram paralisar a produção em plataformas e refinarias por cinco dias durante o mês de julho. Segundo a Federação Única dos Petroleiros (FUP), a greve já foi aprovada por 11 dos 12 sindicatos filiados. Em Minas Gerais, o tema seria levado à votação ainda nesta quinta-feira, mas a entidade informa que o resultado não pode ser revertido. A Petrobras não quis comentar a decisão. "Nosso objetivo é forçar a empresa a voltar à mesa de negociações", diz o coordenador da FUP, Hélio Seidel. A categoria reivindica um novo plano de cargos e salários, pedindo maior possibilidade de ascensão dentro da empresa e inclusão de trabalhadores hoje não beneficiados pelo plano. A data da paralisação ainda não foi definida - a FUP informa apenas que pode ser deflagrada a partir do dia 5. O protesto será discutido em seminário previsto para o próximo dia 4. Além de plataformas e refinarias, os trabalhadores podem paralisar também as atividades de terminais de movimentação e armazenagem de petróleo e derivados e de campos de produção de petróleo e gás em terra. Seidel diz que não há previsões de falta de combustíveis. "Refinarias e postos têm estoques para abastecer a população nesse período", explicou. Os petroleiros esperam ainda uma contraproposta da Petrobras a suas reivindicações. Empresa e trabalhadores negociam há três anos um novo plano de cargos e salários. "É através da greve que a categoria buscará a reparação dos erros de gestões passadas da Petrobras, que impediram milhares de petroleiros de ascender profissionalmente, no mesmo ritmo dos demais trabalhadores da companhia", diz a entidade, em comunicado. A Petrobras e a Embraer firmaram nesta quinta-feira um memorando de entendimentos para futura cooperação em projetos de pesquisa e desenvolvimento de tecnologias e processos inovadores. Entre as áreas de interesse de pesquisa estão inspeção, monitoração, desempenho e interfaces de componentes de materiais de uso específico e ligas metálicas, além de sensores e junções de componentes de materiais. O documento foi assinado em São José dos Campos (SP) pelo gerente-executivo do Centro de Pesquisas Leopoldo Américo Miquez de Mello (Cenpes) da Petrobras, Carlos Tadeu da Costa Fraga, e pelo vice-presidente executivo de Desenvolvimento Tecnológico e Projetos Avançados da Embraer, Satoshi Yakota. Fonte: Jornal do Commercio, ,, ,
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