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Odebrecht prevê cenário positivo para a exportação

Consolidada como a maior empresa de engenharia e construção da América Latina, a brasileira Odebrecht Engenharia & Construção, que integra a Organização Odebrecht, não para de crescer em terras estrangeiras. Mesmo em ano de crise internac

DCI
26/11/2010 08:32
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Consolidada como a maior empresa de engenharia e construção da América Latina, a brasileira Odebrecht Engenharia & Construção, que integra a Organização Odebrecht, não para de crescer em terras estrangeiras.
 
 
Mesmo em ano de crise internacional diz ter registrado, em 2009, um faturamento superior a R$ 18,7 bilhões, com um portfólio que tem 157 obras de infraestrutura. Como o mundo globalizado está crescendo em diversas regiões, e a empresa acredita que a exportação de serviços será forte nos próximos anos, tanto que 70% de sua receita são oriundos de projetos no exterior.
 
 
A atuação soma 31 anos de operação fora do mercado interno, e com isso a Odebrecht diz ter executado mais de 500 obras fora do País. A empresa, hoje, está presente em países como República Dominicana, Cuba, Equador, México, Panamá, Colômbia, Peru, Argentina, Venezuela, Portugal, Líbia, Libéria, Angola, Moçambique, Djibuti, Emirados Árabes Unidos e comemora este ano 20 anos de operação nos Estados Unidos por meio das empresas Odebrecht América Latina e Angola, Odebrecht Venezuela e Odebrecht Internacional.
 
 
A Odebrecht manteve um planejamento estratégico neste ano, e comemora a conquista de importantes projetos no exterior, como a construção da primeira linha do metrô da capital do Panamá. Projeto este que envolve uma obra de US$ 1.447 bilhões.
 
 
Outro empreendimento que se destacou foram os contratos de irrigação H2Olmos, o Trem Elétrico e a Hidroelétrica de Chaglla, no Peru.Além disso, a Odebrecht assinou, nos Estados Unidos, um novo projeto de US$ 82 milhões de obras preventivas contra inundações em New Orleans.
 
 
Na Colômbia, avançou no projeto da Rota do Sol, contrato para construção e concessão de uma das obras de infraestrutura e engenharia mais importantes dos últimos anos nesse país, com aproximadamente mil quilômetros.
 
 
O trecho da Odebrecht sai de Puerto Salgar e segue até San Roque, sendo que tem 528 quilômetros de extensão. Para o próximo ano, a Odebrecht afirma que estará focada na entrega dos projetos em que está envolvida, sem deixar de estar atenta as oportunidades, seja por meio da participação em licitações ou à frente de estudos de viabilidade e implantação, gerenciamento e planejamento de empreendimentos.
 
 
No que se refere à exportação, que tem registrado crescimento no País, a empresa, considerada uma das principais exportadoras brasileiras de serviços, acredita que o cenário deva permanecer positivo, "com a conquista de importantes projetos no exterior", o que traria ganhos também para pequenas e médias empresas brasileiras que podem ampliar sua atuação no mercado estrangeiro.
 
 
Em 2009, mais de 2.800 empresas brasileiras forneceram bens e serviços a obras da Odebrecht no exterior, sendo que 90% das prestadoras de serviços foram pequenas e médias empresas. Apenas no ano passado a companhia gerou US$ 1 bilhão de divisas para o Brasil, sendo US$ 492 milhões em exportação de bens e US$ 1.07 bilhão em exportação de serviços. Fundada em 1944, a empresa, hoje, está presente nas três Américas, na África, na Europa e no Oriente Médio e emprega cerca de 87 mil pessoas.
 
 
Com quase duas mil obras em 35 países em seu currículo, a Odebrecht Engenharia & Construção deu início a sua atuação no exterior somente em 1979, no Peru e no Chile. Seis anos depois, as obras fora do Brasil já representavam 30% dos contratos. Formada por seis empresas consolidadas este ano -a Odebrecht Energia, Odebrecht Engenharia Industrial, Odebrecht Infraestrutura, Odebrecht América Latina e Angola, Odebrecht Venezuela e Odebrecht Internacional-, a empresa atua em diversos segmentos.
 
 
 
A Odebrecht Infraestrutura, por exemplo, é responsável pela construção de barragens, metrôs, rodovias, ferrovias, portos, aeroportos, pontes, projetos de saneamento e irrigação, o faturamento no Brasil em 2009 foi de R$ 2,9 bilhões. Para este ano a perspectiva é ainda melhor "esperamos fechar 2010 com R$ 3,5 bi, aproximadamente", afirma o presidente, Benedicto Barbosa da Silva Junior, que destaca o envolvimento da empresa em importantes projetos como, por exemplo, a construção de estádios para a Copa do Mundo de 2014.
 
 
Já a Odebrecht Energia, responsável pela construção de usinas hidroelétricas, térmicas e nucleares conta em seu portfólio com obras como a construção das hidroelétricas de Itaipu e Tucuruí. A Odebrecht Engenharia Industrial, por sua vez, responde pela construção de fábricas, gasodutos, plataformas, mineradoras, siderúrgicas e refinarias e visa a incrementar operações na área de defesa e segurança pública.
 
 
Na Venezuela registrou em 2009 faturamento de R$ 1,9 bilhões; na América Latina e Angola atingiu no ano passado R$ 5,8 bilhões; e em Portugal, EUA, Oriente Médio e África, chegou ao montante de R$ 2,8 bilhões.
 
 
A Odebrecht é a 1ª empresa brasileira a realizar um projeto público nos EUA e, na Europa, conquistou o projeto de trem de alta velocidade (TAV) Lisboa-Madri. Líder na área de engenharia e construção na América Latina, a Odebrecht Engenharia & Construção não para de crescer fora do País, e, mesmo em ano de crise internacional registrou, em 2009, um faturamento superior a R$ 18,7 bilhões.
 
 
Hoje a empresa atua em 17 países, com o que 70% de sua receita são oriundos de projetos no exterior. No Brasil, o cenário também é positivo, como diz o presidente da Odebrecht Infraestrutura, Benedicto Barbosa da Silva Júnior.
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