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Receita líquida da Wilson, Sons cresce 17,2%

 A Wilson, Sons , que por meio de suas subsidiárias é uma das maiores operadoras integradas de serviços marítimos, portuários e de logística do Brasil, apresentou receita líquida de US$ 121,4 milhões no primeiro trimestre de 2010, um avan&

Redação
17/05/2010 05:03
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 A Wilson, Sons , que por meio de suas subsidiárias é uma das maiores operadoras integradas de serviços marítimos, portuários e de logística do Brasil, apresentou receita líquida de US$ 121,4 milhões no primeiro trimestre de 2010, um avanço de 17,2% em relação a igual período de 2007.

 

 

   "O segmento offshore foi um dos principais destaques, com faturamento 32,8% acima do registrado no primeiro trimestre de 2009 e três PSVs (Plataform Supply Vessels) adicionados à frota da Companhia em comparação ao mesmo período", explica Felipe Gutterres, Chief Financial Officer (CFO) da subsidiária brasileira e Relações com Investidores da Companhia.

 

 

"Planejamos expandir ainda mais nossa participação neste mercado, dado o aquecimento do setor de óleo e gás no Brasil. Para tanto, estamos apenas aguardando a conclusão do processo de formação da joint venture Wilson, Sons Ultra Tug Offshore", completa o executivo.

 

O lucro líquido da Companhia alcançou US$ 6,2 milhões, enquanto o EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) atingiu US$ 23,8 milhões no primeiro trimestre de 2010.

 

"A apreciação do real, os desdobramentos da crise global continuaram afetando as exportações e os armadores, e, conseqüentemente, impactaram negativamente nossas margens do trimestre" explica Cezar Baião, Chief Executive Officer (CEO) das operações no Brasil.

 

A Wilson, Sons alocou US$ 35, 2 milhões em investimentos entre janeiro e março desse ano. Os recursos foram destinados às obras de inflexão de do Berço Um do Tecon RG e à aquisição de novos equipamentos para terminais e operações in-house de logística; além da renovação e expansão da frota de rebocadores e PSVs.   Destaques por segmento "Tivemos um trimestre positivo em termos de faturamento, uma vez que os principais segmentos da Wilson, Sons apresentaram crescimento acima de dois dígitos", destaca Gutterres. A receita liquida dos terminais portuários da Wilson, Sons cresceu 28,1% no primeiro trimestre de 2010, chegando a US$ 44,3 milhões contra US$ 34,6 milhões registrados no mesmo período de 2009. O volume operado entre janeiro e março de 2010 cresceu 16,4%, chegando a 207,7 mil TEUs (medida equivalente a um contêiner-padrão, de 20 pés). Rebocagem registrou aumento de 12,8% na receita líquida, na comparação entre os trimestres, e chegou a US$ 35,4 milhões. O desempenho positivo é resultado do aumento da participação das operações especiais no segmento, representando, agora, de 14,9% de sua receita.

 

A receita liquida do segmento de Offshore cresceu 32,8%, chegando a US$ 10,8 milhões. Nesse segmento, destaca-se: a entrada em operação do PSV Biguá e a joint venture Wilson, Sons Ultra Tug Offshore, criada para maximizar a expansão da frota, que está em fase final de formação.

 

Na área de logística, as operações in-house (gestão de operações nas instalações do cliente) aumentaram e um contrato com uma indústria petroquímica foi firmado enquanto outro com uma companhia de papel e celulose foi prorrogado. A receita líquida desse segmento subiu 6,4% no primeiro trimestre de 2010, atingindo US$ 20,6 milhões.

 

O negócio Estaleiro, que engloba os serviços de construção naval, apurou receita líquida (US$ 6,5 milhões) 9,4% abaixo da registrada no primeiro trimestre de 2009 como consequência de menores atividades de construção para terceiros.

 

O agenciamento marítimo apresentou incremento de 28,9% na receita líquida, atingindo US$ 3,9 milhões, como resultado de melhores volumes registrados, de maior número de escalas atendidas (+16,5%), BLs (bill of landings) processados (+9,7%) e contêineres controlados (+3,7%).

 

Sobre a Wilson, Sons Limited - A Wilson, Sons, por meio de suas subsidiárias, é um das maiores operadoras integradas de serviços marítimos, portuários e de logística do Brasil, com mais de 170 anos de experiência, oferecendo completa linha de serviços, em âmbito nacional, a participantes da área de comércio internacional, em particular no setor portuário e marítimo, com atividades divididas em seis segmentos de operação: terminais portuários, rebocagem, logística, agenciamento marítimo, offshore e estaleiro. Os BDRs da Wilson, Sons são negociados na Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo (BM&F Bovespa) desde 2007, sob o código WSON11.

 

 

 

Fonte:MZ Media Relations

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