Ceará

Porto do Pecém já pode escoar carne para Rússia

A carne brasileira ganha mais um portão de saída para o mercado consumidor da Rússia. O Porto do Pecém recebeu aprovação do Ministério da Agricultura para uso de sua Câmara de Inspeção Animal em apoio às exportaç&oti

Diário do Nordeste
18/02/2011 07:10
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A carne brasileira ganha mais um portão de saída para o mercado consumidor da Rússia. O Porto do Pecém recebeu aprovação do Ministério da Agricultura para uso de sua Câmara de Inspeção Animal em apoio às exportações de carne para o mercado russo.
 

Segundo o diretor comercial da CearáPortos, Mário Lima, foi feito um investimento de R$ 2 milhões para equipar a câmara com piso e pintura especiais, bancada de exame, balanças automáticas, termômetros especiais, instrumento de coleta de amostra e de análise de material.
 

"A Rússia tem exigências maiores do que os outros países", explica Lima. "A carne, hoje, é exportada obedecendo a padrões nacionais, lacrada, higienizada e vai para contêineres frigoríficos, viajam por via terrestre até o Pecém. Mas o mercado russo exige que a inspeção seja feita antes de embarcar".
 

"O Pecém conta com linhas de navegação regulares, ou seja, com frequência semanal para norte da Europa com conexão para o leste europeu, particularmente a Rússia", diz Lima.
 

Ele projeta um crescimento de 50% nas exportação de carne pelo Pecém em 2011.
 

O Centro-Oeste brasileiro é grande exportador de carne bovina e o Pecém está sendo apontado como a grande via de escoamento da produção. Estima-se em 30.000 toneladas a expectativa de exportação de carnes para o ano de 2011, incluindo os mercados da China, Mediterrâneo e Europa, além da Rússia.
 

Em 2010, as exportações de carnes pelo porto do Pecém totalizaram 16,8 milhões de quilos, gerando receita de US$ 64 milhões. Pelo Pecém, foram realizadas exportações de carne bovina para 23 países. Israel foi o destino mais utilizado, com quatro milhões de quilos, seguindo-se o Egito com 3,3 milhões, Irã com 2,9 milhões, Argélia com 1,8 e Hong Kong com 985 mil quilos. 
 

O produto é proveniente de vários estados brasileiros, com destaque para Tocantins, que exportou nove milhões de quilos. O Pará contribuiu com seis milhões de quilos e São Paulo com 399 mil.
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