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Lewa participa do projeto SSAO da Petrobras

A Lewa, fornecedora de bombas dosadoras, está participando do projeto da SSAO (Separador Submarino Água-Óleo), da Petrobras. A alemã fornecerá praticamente todas as bombas de injeção da plataforma ligada ao separador.

Redação
21/07/2011 11:40
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A Lewa, fornecedora de bombas dosadoras, está participando do projeto da SSAO (Separador Submarino Água-Óleo), da Petrobras. A alemã fornecerá praticamente todas as bombas de injeção da plataforma ligada ao separador.
 
 
 

Anderson Cruz, gerente de marketing e produto da Lewa no Brasil, explica que o SSAO é uma espécie de umbilical que fará a separação do petróleo e da água no próprio leito submarino, enquanto a tecnologia hoje disponível permite que esta separação seja feita apenas na plataforma. "Com esta nova tecnologia haverá redução do espaço ocupado por equipamentos na plataforma, e a consequente redução de seu peso. O SSAO é inovador, pois não há qualquer unidade de separação similar operando à profundidade que se pretende instalá-lo", diz.
 
 
 

Segundo Cruz, o SSAO será instalado no campo de Marlim, na Bacia de Campos, e estará ligado à plataforma P-37. "Exceto uma bomba não será da Lewa. Estas bombas estão injetando muitos dos fluídos citados acima, para garantir uma operação segura e eficiente do SSAO", complementa.
 
 
 
 
O executivo afirma que o SSAO em si é a grande inovação, talvez o grande projeto em décadas quando se trata de exploração e produção de petróleo em águas profundas e ultra profundas. "Para garantir que tudo ocorra bem, como esperado e com segurança, a Lewa é a fornecedora de bombas que conseguiu atender a todos os requisitos do projeto, com suas soluções consagradas e grande experiência nas aplicações citadas acima. Estamos fornecendo dois skids com três bombas cada e 14 bombas avulsas apenas para este projeto", ressalta.
 
 
 

Estas bombas serão instaladas em um sistema de segurança que só será acionado caso ocorra alguma falha na operação. Neste caso, a bomba injetará um fluído anticongelante, evitando a formação de gelo dentro da unidade submarina (entre mil e dois mil metros de profundidade) e a consequente perda e inativação do equipamento. No final das contas, essa solução poupará muitos milhões de dólares e dará tempo para que seja feita a manutenção do equipamento. 
 
 
 

Além destas bombas, a Lewa tem fornecido bombas e sistemas para diversas outras plataformas, assim como refinarias, unidades de tratamento de gases, indústrias químicas e petroquímicas entre outros. Alguns exemplos são P-58 e P-62, através da Aker Solutions, RLAM através da Agtech, Braskem, Dow Química e Oxiteno.
 

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