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Globalstar do Brasil fará rastreamento de bóias da Petrobras

<P align=justify>A Globalstar do Brasil assinou, em janeiro, contrato para o fornecimento de dispositivo e serviço de rastreamento das bóias de ancoragem e sinalização espalhadas na Bacia de Campos.</P><P align=justify>Com 3 metros de altura e seis de comprimento e pesando aproximadamente 40 ton...

Redação/ Cassiano Viana
09/02/2009 22:00
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A Globalstar do Brasil assinou, em janeiro, contrato para o fornecimento de dispositivo e serviço de rastreamento das bóias de ancoragem e sinalização espalhadas na Bacia de Campos.

Com 3 metros de altura e seis de comprimento e pesando aproximadamente 40 toneladas, as bóias são fixadas em alto mar por cabos de aço que podem, devido ao efeito das correntezas, se partir. Além da possibilidade de perder a bóia, há o risco de provocar um acidente com embarcações, bater em plataformas etc.

A Petrobras vinha buscando uma solução para rastreamento dessas bóias. Só que, as soluções encontradas até então, não possuíam alimentação para os dispositivos e precisavam fazer adaptação, colocar uma fonte de energia para o alimentar o equipamento rastreador.

“É um equipamento caro, que custa em torno de 200 a 300 mil dólares, cada bóia”, observa Fernando Barreto, gerente de Vendas Simplex da Globalstar do Brasil.

No caso, a solução da Globalstar utiliza a tecnologia Simplex e o equipamento MMT que possui bateria própria de longa duração. No caso da Petrobras, o equipamento enviará informações de data, hora, latitude e longitude a cada duas horas, e a estimativa de duração da bateria é de um ano. “Em outros casos, a mesma bateria pode ter uma vida útil de até sete anos. E pode ser utilizado nas mais variadas situações de rastreamento”, avalia.

Segundo Barreto, as informações geradas pelo MMT serão agregadas ao GIS (Sistemas de Informações Geográficas), utilizado pela estatal para ter uma visão global da Bacia. “A expectativa agora é que o dispositivo comprove sua eficiência e seja utilizado em outras operações”, comemora.

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