Mercado

Cenário energético só terá melhora a partir de 2017

Redação / Assessoria
20/07/2015 16:38
Cenário energético só terá melhora a partir de 2017 Imagem: Divulgação Visualizações: 1935

Em dados divulgados pelo IBGE, as tarifas de energia acumularam alta de 40%, podendo chegar a 60% em 2016. Cenário que só começará a ser revertido a partir de 2017, segundo especialistas da Trade Energy, comercializadora livre de energia. De acordo com Walfrido Avila, presidente da companhia, não haverá tarifas mais baixas, mas um aumento menor no valor da energia pago pelos consumidores. Segundo apontamento do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Fundação Getúlio Vargas), o alto valor praticado no mercado energético é o principal fator de pressão sobre o custo de vida da população e das empresas, especialmente na cadeia industrial.

“Devido à recuperação lenta dos reservatórios, há um despacho quase na totalidade das usinas térmicas. Por conta deste cenário, todos os setores da economia brasileira estão sendo prejudicados com o aumento tarifário, exceto os consumidores que já estavam no mercado livre de energia. Para aqueles que já estão inseridos nesta modalidade de contratação, há uma economia de até 30%, comparando com o cativo”, declara Avila.

Outra avaliação realizada pelo presidente da Trade Energy revela que este momento de crise econômica, em função de uma disponibilidade maior de energia, é o ideal para migrar ao ambiente livre. “Programar com antecedência esta mudança permite ampliar a economia. O segmento comercial, por exemplo, foi o que mais cresceu na procura pelo mercado livre. Áreas como redes de supermercados, de lojas, de hotéis, shopping centers, entre outros, foram os destaques neste momento na migração”, afirma Walfrido.
 
Segundo o presidente, uma possível solução para impactar em tarifas mais baixas seria a abertura do mercado livre. “A legislação permite desde 2003 a diminuição para os critérios de elegibilidade do mercado livre pelo poder concedente – o Ministério de Minas e Energia. Porém, estamos trabalhando em um projeto de lei que estabeleça um cronograma para a ampliação deste mercado”, finaliza Walfrido Avila.

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Terminais
Ultracargo é reconhecida pelo quarto ano consecutivo com...
25/09/26
GNL
Edge e Governo do Rio Grande do Sul assinam Memorando de...
25/09/26
E&P
ANP contrata B3 para assessoria técnica às licitações de E&P
25/09/26
ROG.e 2026
Porto do Açu e Perenco Brasil assinam acordo para primei...
25/09/26
Brandend Content
Brasil Aços amplia estoque de tubos de aço carbono NACE...
24/09/26
ROG.e 2026
Lideranças apontam o Brasil como pilar de segurança ener...
24/09/26
ROG.e 2026
Firjan SENAI e Sebrae Rio conectam MPEs a grandes empres...
24/09/26
ROG.e 2026
Estudo da PPSA identifica boas práticas para apoiar deci...
24/09/26
ROG.e 2026
EAS participa da ROG.e 2026
24/09/26
ROG.e 2026
ROG.e 2026 reforça agenda de DE&I no setor de energia co...
24/09/26
ROG.e 2026
Programa Offshore do Futuro deve chegar a Sergipe para f...
24/09/26
ROG.e 2026
Shell Energy Brasil destaca oportunidade de ampliar inte...
24/09/26
PPSA
A parcela de petróleo da União foi de 328 mil barris por...
24/09/26
Apoio Offshore
Afretado pela Petrobras, o PSV Starnav Elektra é batizad...
24/09/26
ROG.e 2026
SONDA aposta em IA e Drones para operações críticas no s...
24/09/26
ROG.e 2026
O papel da Lumina e o impacto da ROG.e 2026 para a indús...
23/09/26
Negócios
Avanço acompanha expansão da cadeia de petróleo e gás e ...
23/09/26
ROG.e 2026
A energia inteligente no poço
23/09/26
ROG.e 2026
Como o profissional de Química impulsiona a inovação e a...
23/09/26
ROG.e 2026
IBP lança caderno de Projetos e Iniciativas de Responsab...
23/09/26
ROG.e 2026
Gigantes do setor e produtores independentes aceleram pr...
22/09/26
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.

25