Petrobras
Redação TN Petróleo/Agência Petrobras
O ativo de Tupi, no pré-sal da Bacia de Santos, atingiu a produção acumulada de 4 bilhões de barris de óleo equivalente (boed), tornando-se o primeiro nos 73 anos da companhia a atingir esse volume produzido. Primeiro sistema do pré-sal a entrar em produção comercial, em 2010, exigiu o desenvolvimento de um novo modelo exploratório e de tecnologias pioneiras. A marca coincide com os 20 anos de operação da Petrobras na área.
O ativo também ultrapassou, este ano, mais uma vez, a média de produção de 1 milhão de barris de óleo por dia (bpd), obtida pela primeira vez em 2019.
“A produção em Tupi inaugurou uma nova era para a indústria petrolífera mundial. Nesses 20 anos, a camada pré-sal, onde também temos os campos super gigantes de Búzios e Mero, se revelou uma combinação única de grandes reservas, alta produtividade, petróleo com menor pegada de carbono e eficiência acima da média”, avalia a diretora de Exploração e Produção da Petrobras, Sylvia Anjos.
O pré-sal é, atualmente, a principal fonte de produção da companhia. De acordo com o Plano de Negócios da empresa, 2026-30, a área poderá responder por até 82% da produção total da companhia neste período. A produção total de petróleo e gás projetada até 2030 é estimada entre 3,1 e 3,4 milhões de barris de óleo equivalente por dia. O plano prevê o aumento da curva de produção de óleo e gás, por meio do gerenciamento e maximização do potencial dos reservatórios, melhoria da eficiência de produção, aumento da eficiência de injeção de água e mapeamento de novas oportunidades.
Das 57 plataformas de produção operadas pela Petrobras, 28 estão exclusivamente no pré-sal que, em janeiro de 2025, alcançou produção acumulada de 7 bilhões de barris de petróleo.
Para operar no pré-sal, uma fronteira desconhecida, a Petrobras precisou superar os desafios tecnológicos em águas ultraprofundas, o que a colocou como referência na produção global da indústria de petróleo e gás, inclusive em relação à menor intensidade de carbono. Os recursos obtidos com a produção do pré-sal também são usados para financiar o futuro da companhia e a transição energética justa.
O ativo de Tupi é operado pela Petrobras, com os parceiros Shell e Petrogal Brasil, e a PPSA, representante da União na Jazida Compartilhada de Tupi.

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