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Alcoa diz que terá de renegociar contratos de energia

Preço no Brasil é entre US$ 55,00 e US$ 60,00 MW/h.

Agência Estado
11/09/2012 15:34
Visualizações: 474

 

O presidente da Alcoa, Franklin Feder, disse que, apesar das medidas de redução do custo da energia que devem ser anunciadas nesta terça-feira (11) pela presidente Dilma Rousseff, a companhia terá de negociar seus contratos novamente com a Eletronorte para obter esse desconto. "Hoje é um dia histórico, de comemoração, mas o nosso trabalho na verdade começa hoje. Vamos negociar para tentarmos já aproveitar essa redução de custo em janeiro de 2013", disse o executivo ao chegar ao Palácio do Planalto.
De acordo com Feder, o custo médio da energia para a indústria de alumínio no mundo é de US$ 35,00 por megawatt/hora (MW/h) enquanto no Brasil esse custo está atualmente entre US$ 55,00 e US$ 60,00 MW/h tendo chegado já a um pico de US$ 82,00 MW/h.
"Com essa redução para a indústria, que pode chegar até 28%, poderemos nos aproximar da média mundial, mas mesmo assim existem países no Oriente Médio com preços equivalentes à metade dessa média. O diferencial é que o Brasil tem bauxita de boa qualidade".
Mesmo assim, Feder considerou ainda ser possível afirmar que essa redução no custo pode garantir o aumento dos investimentos no setor. "Nossa esperança é de que as medidas segurem no momento a produção atual no país".

O presidente da Alcoa, Franklin Feder, disse que, apesar das medidas de redução do custo da energia que devem ser anunciadas nesta terça-feira (11) pela presidente Dilma Rousseff, a companhia terá de negociar seus contratos novamente com a Eletronorte para obter esse desconto. "Hoje é um dia histórico, de comemoração, mas o nosso trabalho na verdade começa hoje. Vamos negociar para tentarmos já aproveitar essa redução de custo em janeiro de 2013", disse o executivo ao chegar ao Palácio do Planalto.


De acordo com Feder, o custo médio da energia para a indústria de alumínio no mundo é de US$ 35,00 por megawatt/hora (MW/h) enquanto no Brasil esse custo está atualmente entre US$ 55,00 e US$ 60,00 MW/h tendo chegado já a um pico de US$ 82,00 MW/h.


"Com essa redução para a indústria, que pode chegar até 28%, poderemos nos aproximar da média mundial, mas mesmo assim existem países no Oriente Médio com preços equivalentes à metade dessa média. O diferencial é que o Brasil tem bauxita de boa qualidade".


Mesmo assim, Feder considerou ainda ser possível afirmar que essa redução no custo pode garantir o aumento dos investimentos no setor. "Nossa esperança é de que as medidas segurem no momento a produção atual no país".

 

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