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Resultado da Petrobras no 3º trimestre está dentro do esperado

Afirmação é da presidente da estatal, Graça Foster.

Valor Online
04/10/2012 17:12
Visualizações: 667

 

A presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, disse nesta quinta-feira (4) que o resultado do terceiro trimestre, ainda a ser divulgado, ficou em linha com o que a empresa esperava.
“Não posso adiantar [detalhes] porque ainda não foi divulgado ao mercado, mas está em linha com o que a gente esperava”, disse.
Ela afirmou que o resultado negativo ocorrido na última divulgação trimestral de resultados “não ocorrerá novamente com a mesma magnitude”. No segundo trimestre, a Petrobras registrou prejuízo de R$ 1,3 bilhão - um resultado atribuído, em maior parte, às oscilações do câmbio.
Conteúdo local
Sobre a flexibilização das exigências de conteúdo local, a presidente da estatal disse que a decisão sobre eventuais mudanças nas exigências de fabricação não cabe à Petrobras, mas sim ao governo. E disse que as exigências têm fundamentação técnica. “O governo [ao exigir a percentagem de conteúdo local] não tirou esses números da cabeça. Foram estudos da Petrobras que serviram como base”, disse.
A executiva relembrou hoje os atrasos sofridos na fabricação de navios encomendados pela empresa, mas afirmou que a Petrobras “tem todas as sondas necessárias até 2020”, sem dar maiores detalhes.

A presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, disse nesta quinta-feira (4) que o resultado do terceiro trimestre, ainda a ser divulgado, ficou em linha com o que a empresa esperava.


“Não posso adiantar [detalhes] porque ainda não foi divulgado ao mercado, mas está em linha com o que a gente esperava”, disse.


Ela afirmou que o resultado negativo ocorrido na última divulgação trimestral de resultados “não ocorrerá novamente com a mesma magnitude”. No segundo trimestre, a Petrobras registrou prejuízo de R$ 1,3 bilhão - um resultado atribuído, em maior parte, às oscilações do câmbio.



Conteúdo local


Sobre a flexibilização das exigências de conteúdo local, a presidente da estatal disse que a decisão sobre eventuais mudanças nas exigências de fabricação não cabe à Petrobras, mas sim ao governo. E disse que as exigências têm fundamentação técnica. “O governo [ao exigir a percentagem de conteúdo local] não tirou esses números da cabeça. Foram estudos da Petrobras que serviram como base”, disse.


A executiva relembrou hoje os atrasos sofridos na fabricação de navios encomendados pela empresa, mas afirmou que a Petrobras “tem todas as sondas necessárias até 2020”, sem dar maiores detalhes.

 

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