Gasodutos

Pré-sal: Forship participa do Projeto Integrado Rota 3

Redação TN Petróleo/Assessoria
05/01/2021 17:08
Pré-sal: Forship participa do Projeto Integrado Rota 3 Imagem: Divulgação Visualizações: 3638

A Forship Engenharia, empresa brasileira que atua há mais de duas décadas no setor de petróleo e gás, com forte expertise em comissionamento, manutenção e operação de ativos, foi selecionada pela Petrobras para operar a planta de utilidades da Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN) do Projeto Integrado Rota 3, no complexo GásLub Itaboraí (ex-Comperj).

A Forship Engenharia conquistou o contrato de 36 meses, renovável por mais dois anos, para prestar os serviços de comissionamento, operação, manutenção e engenharia para a planta de utilidades, que abrange das unidades de geração de energia elétrica e vapor (CAFOR), estação de tratamento de água (ETA) e estação de tratamento de despejos industriais (ETDI) e respectivas subestações elétrica.

Institucional

A empresa brasileira será uma das operadoras desse projeto que vai ampliar o escoamento de gás natural produzido nos campos do pré-sal da bacia de Santos. Prevista para entrar em operação no primeiro semestre de 2021. O projeto inclui ainda um gasoduto com aproximadamente 355 km de extensão total, dos quais 307 km de trecho marítimo (já construído) e 48 km terrestre (em final de construção).

A Forship Engenharia conquistou o contrato de 36 meses para prestar os serviços de comissionamento, operação, manutenção e engenharia para a planta de utilidades da UPGN. Renovável por dois anos, o contrato, sob o regime de tarefa por preço unitário visa garantir a operação desse ativo estratégico.

Institucional“O escopo dos serviços prestados pela Forship agrega novas responsabilidades e áreas de atuação, pois seremos cobrados pelos indicadores operacionais das unidades CAFOR, ETA, ETDI e respectivas subestações elétrica”, explica o presidente e CEO do Grupo Forship, Fábio Fares. “Toda e qualquer permissão de trabalho (PT) será dada pelo gestor”, complementa o executivo do grupo empresarial brasileiro, presente no Brasil, Singapura, Moçambique e Holanda.

Para o diretor de Operações da Forship, Marco Antonio Kronemberger, o maior desafio do contrato é a complexidade de operação dos sistemas elétricos e de geração de vapor, nos quais há tensões elevadas e grande volume de vapor em alta pressão, respectivamente. “Como estamos responsáveis por acompanhar o comissionamento, e consequentemente, receber os sistemas das montadoras, teremos o desafio extra de acompanhar os testes com uma equipe reduzida, devido às restrições impostas pela COVID-19”, frisa.

Kronemberger observa que outros contratos com a Petrobras já têm no escopo a cobrança dos indicadores das atividades de manutenção, entre eles o que a Forship tem com a Unidade de Operações de Exploração e Produção de Sergipe e Alagoas. (UO-SEAL), referente às redes de alta tensão em Carmópolis e às plataformas fixas. “Na UO-SEAL, damos apoio à equipe de operação da Petrobras. Mas já tivemos contratos similar, como por exemplo, o de manutenção e operação na Termoaçu (RN)”, afirma o diretor de Operações. A Usina Termelétrica do Vale do Açu Jesus Soares Pereira (Termoaçu) está localizada em Alto do Rodrigues, na região do Vale do Açu, no Rio Grande do Norte.

Divulgação

“Estamos ampliando e consolidando a nossa expertise em operação e manutenção”, conclui o presidente e CEO da Forship, Fábio Fares, lembrando que a empresa já participou de mais de 100 projetos da indústria brasileira de óleo e gás, acompanhando a evolução das atividades de upstream, midstream e downstream no país, há 22 anos.

A UPGN e o gasoduto, projetados para atuar de forma integrada, devem entrar em operação em 2021, assegurando o processamento do crescente volume de gás que vem sendo produzido nos principais ativos operados pela Petrobras no pré-sal. O que faz do Projeto Integrado Rota 3 emblemático para o Brasil, uma vez que o pré-sal responde hoje por mais de 70% da produção nacional de óleo e gás.

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