BOGE 2026
Onshore precisa de política regulatória que reconheça sua importância para a segurança energética e o desenvolvimento econômico e social das comunidades
Redação TN Petróleo/Assessoria PetroReconcavo
Acesse o site dos nossos parceiros de coberutra:
Para o CEO da PetroReconcavo, José Firmo (foto), as petroleiras precisam estar atentas ao binômio investimentos e custos versus o retorno para a empresa e a manutenção da solidez da companhia. O exato timming dessa conexão diferenciará as empresas que passarão bem pela situação em que a cotação tem grandes variações em questão de semanas.
Firmo reivindicou que o país estabeleça uma política regulatória específica para campos maduros, que valorize o papel do onshore na segurança energética nacional e no desenvolvimento econômico e social das comunidades onde atua. Isso porque, na maioria dos casos, são municípios que dependem exclusivamente dessa indústria para progredir.
O CEO da PetroReconcavo participou da solenidade de abertura da Bahia Oil & Gas Energy deste ano, que acontece até a esta sexta-feira, 29, em Salvador. Durante o discurso, ele afirmou que a PetroReconcavo seguirá investindo.

“Mesmo diante das incertezas do cenário externo, a nossa posição é clara: seguimos investindo. Seguimos acreditando no potencial dos campos maduros do onshore brasileiro, que ainda têm muito petróleo a entregar, com tecnologia, disciplina e comprometimento com as comunidades do entorno!”, afirmou, acrescentando que o onshore tem experiência, infraestrutura consolidada e reservas que esperam por operadores comprometidos com a recuperação de longo prazo.
Além de Firmo, participam do evento pela PetroReconcavo, o vice-presidente de Operações, João Vitor Moreira, o gerente de Comunicação e ESG, Fábio Gois, além dos profissionais Artur Aiello (de Segurança de Sondas e Serviços), Yuri Dias (engenheiro de regulação e qualidade), Lorena Mota (coordenadora de Gente e Gestão) e Rafael Castro do Amaral Neto (Gerente Fiscal).
Fale Conosco
25