Combustível

Mantega indica que haverá reajuste da gasolina em 2014

Governo é continuar com reajustes normais.

O Estado de São Paulo
06/08/2014 09:39
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O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse nesta terça-feira que em todos os anos houve correção nos preços da gasolina e que o comportamento do governo é continuar com reajustes normais, mas negou que haverá “tarifaço” após as eleições de outubro.
“Todos os anos tem correção do preço da gasolina, uns mais outros menos, todos os anos tem correção. Não teve nenhum ano que não teve aumento da gasolina, essa é a regra”, afirmou o ministro em entrevista à Reuters nesta terça-feira.
“Quando ocorrerá o aumento, essa é decisão que mexe com o mercado, com ações, Buscar não se comenta. É questão das empresas responsáveis”, acrescentou o ministro, que também é presidente do Conselho de Administração da Petrobras.
Mantega deu a declaração ao ser questionado se, com o arrefecimento da inflação mais para o fim deste semestre, haveria espaço para ajustes nos preços administrados.
“Nosso comportamento é continuar com reajustes normais (da gasolina), sem tarifaço”, afirmou o ministro.
A diretoria da Petrobrás tem pleiteado ao governo reajuste dos preços dos combustíveis para reduzir a defasagem dos valores praticados no Brasil com os vistos no exterior, algo que afeta as finanças da companhia.
A gasolina tem um peso importante no IPCA, índice que baliza a meta de inflação do governo que é de 4,5% ao ano, com margem de tolerância de dois pontos para mais ou para menos.
Com o IPCA em 12 meses acima do teto da meta atualmente, o governo tem menos espaço para elevar preços administrados como os dos combustíveis.
A última vez em que houve reajuste nos preços da gasolina foi em novembro do ano passado, quando a Petrobrás anunciou aumento médio de 4% da gasolina e de 8% no diesel nas refinarias. Na época, especialistas calcularam que a alta da gasolina ao consumidor final seria de cerca de 3%.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse nesta terça-feira que em todos os anos houve correção nos preços da gasolina e que o comportamento do governo é continuar com reajustes normais, mas negou que haverá “tarifaço” após as eleições de outubro.

“Todos os anos tem correção do preço da gasolina, uns mais outros menos, todos os anos tem correção. Não teve nenhum ano que não teve aumento da gasolina, essa é a regra”, afirmou o ministro em entrevista à Reuters nesta terça-feira.

“Quando ocorrerá o aumento, essa é decisão que mexe com o mercado, com ações, Buscar não se comenta. É questão das empresas responsáveis”, acrescentou o ministro, que também é presidente do Conselho de Administração da Petrobras.

Mantega deu a declaração ao ser questionado se, com o arrefecimento da inflação mais para o fim deste semestre, haveria espaço para ajustes nos preços administrados.

“Nosso comportamento é continuar com reajustes normais (da gasolina), sem tarifaço”, afirmou o ministro.

A diretoria da Petrobrás tem pleiteado ao governo reajuste dos preços dos combustíveis para reduzir a defasagem dos valores praticados no Brasil com os vistos no exterior, algo que afeta as finanças da companhia.

A gasolina tem um peso importante no IPCA, índice que baliza a meta de inflação do governo que é de 4,5% ao ano, com margem de tolerância de dois pontos para mais ou para menos.

Com o IPCA em 12 meses acima do teto da meta atualmente, o governo tem menos espaço para elevar preços administrados como os dos combustíveis.

A última vez em que houve reajuste nos preços da gasolina foi em novembro do ano passado, quando a Petrobrás anunciou aumento médio de 4% da gasolina e de 8% no diesel nas refinarias. Na época, especialistas calcularam que a alta da gasolina ao consumidor final seria de cerca de 3%.

 

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