O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, descartou nesta quarta-feira a ampliação do percentual de royalties cobrado sobre o petróleo no pré-sal para 13%, como tinha sugerido o presidente da comissão de Minas e Energia da Câmara, Bernardo Ariston (PMDB-RJ).
A proposta visava resolver a disputa entre Estados e municípios por fatias maiores do benefício pago pela União às regiões onde há produção de petróleo.
Para Lobão, aumentar os royalties é tirar recursos da União. A regra atual de royalties será mantida para o pré-sal, até que seja alterada pelo Congresso.