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Escolha reflete fortalecimento institucional e busca por maior inserção dos biocombustíveis na matriz energética brasileira.
Assessoria ABiogás
A Associação Brasileira do Biogás e do Biometano (ABiogás) anuncia Josiani Napolitano como presidente da instituição. A decisão ocorre em meio à ampliação do interesse de governos e empresas por alternativas que combinem segurança energética, redução de emissões e integração com cadeias produtivas diversas, atributos que colocam o biogás e o biometano entre as soluções mais promissoras para o país.
Com sólida experiência no setor de energia e trajetória construída na interface entre regulação, estratégia e relações institucionais, Josiani é reconhecida pela capacidade de liderar processos de articulação e construção de consensos. Sua chegada reforça o movimento da Associação para ampliar o diálogo institucional e consolidar uma atuação estratégica para o desenvolvimento do setor.
O biogás e o biometano vivem um momento de grande visibilidade. Além de se posicionarem como alternativas competitivas para a descarbonização, esses biocombustíveis se destacam por sua capacidade de integração com segmentos como agroindústria, saneamento, transporte e indústria pesada. Esse caráter transversal atrai novos investimentos e coloca o tema no centro do debate sobre energia e clima no país.
Ao assumir a liderança da ABiogás, Josiani terá o papel de fortalecer o posicionamento da entidade em discussões regulatórias, ampliar a interlocução com o governo e com agentes do mercado, além de contribuir para a construção de condições mais favoráveis à expansão do setor.
"Assumo a presidência da ABiogás com o compromisso de contribuir para que o biogás e o biometano avancem com escala, previsibilidade e segurança regulatória. O setor já demonstrou seu potencial técnico, econômico e ambiental. Agora, o desafio é ampliar o trabalho que já vem sendo desenvolvido pela instituição junto ao mercado e aos seus associados, transformando esse potencial em projetos concretos, com regras claras, articulação institucional e condições que estimulem novos investimentos", afirma Josiani Napolitano.
Para a nova presidente, esses biocombustíveis ocupam uma posição estratégica por conectarem diferentes agendas do país, como transição energética, gestão de resíduos, agroindústria, saneamento, transporte e descarbonização.
"O Brasil tem uma oportunidade concreta de transformar resíduos em energia, competitividade e desenvolvimento. Para isso, precisamos de uma atuação coordenada, que dê previsibilidade ao investidor, segurança ao mercado e clareza sobre o papel estratégico do biogás e do biometano na matriz energética brasileira", destaca.
A movimentação também reforça a percepção de que o biogás e o biometano ocupam posição cada vez mais relevante no planejamento energético do país. A próxima etapa, segundo a entidade, envolve consolidar políticas, coordenar atores e viabilizar condições para que o setor cresça em ritmo compatível com seu potencial.
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