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E.ON aumenta participação na MPX

Alemã terá 36,1% na empresa de Eike Batista.

Redação
28/03/2013 10:51
E.ON aumenta participação na MPX Imagem: Divulgação Visualizações: 929

 

O player global E.ON SE, sediado na Alemanha, terá maor participação acionária na MPX. O acordo foi comunicado nesta quinta-feira (28) pelas companhias. Como parte do acordo, a E.ON atingirá um percentual de 36,1% na MPX, contribuindo para acelerar o desenvolvimento da carteira de projetos da companhia e criar novas oportunidades no mercado brasileiro de energia.
A MPX possui, atualmente, cinco usinas em operação que somam 1.082 MW de capacidade instalada e alcançará 2.838 MW até o fim de 2013. A companhia conta ainda com um portfolio greenfield de 10.000 MW composto, principalmente, por projetos térmicos, que devem desempenhar um papel cada vez mais importante no sistema elétrico brasileiro nos próximos anos.
Inicialmente, a E.ON, que já possui 11,7% de participação na empresa de Eike Batista, irá adquirir mais 24,5% das ações da empresa hoje detidas pela EBX, por um preço mínimo de R$ 10,00, que poderá ser ajustado em mais até R$ 1,00 por ação, dependendo do preço de liquidação do aumento de capital e da performance da ação nos seis meses seguintes à conclusão da transação.
O segundo passo será a realização de aumento de capital na MPX de aproximadamente R$ 1,2 bilhão, no qual a alemã se comprometeu a investir R$ 0,4 bilhão a um preço de R$ 10,00 por ação. A MPX contratou o BTG Pactual como bookrunner da oferta pública de ações com garantia firme de distribuição e subscrição, também a um preço de R$ 10,00 por ação, das ações não subscritas pela E.ON e outros investidores.
Joint Venture será incorporada
Com a transação, a joint venture entre as duas empresas, criada em abril de 2012, será incorporada à MPX ao seu valor patrimonial, aumentando a participação da E.ON para cerca de 36,1% e simplificando a governança e operação.
Na nova estrutura, a E.ON, com sua considerável experiência internacional, contribuirá ativamente no dia a dia da gestão da companhia. Esse expertise se combinará ao conhecimento do mercado brasileiro e acesso aos recursos naturais da MPX, otimizando a execução dos projetos da companhia. Pelo acordo, a alemã terá direito de aumentar sua participação no Conselho de Administração da MPX. Eduardo Karrer, atual diretor-presidente da companhia, permanecerá no cargo.
“Acreditamos fortemente que nossos ativos são estratégicos para o crescimento e a segurança do fornecimento de energia no Brasil. À medida que nossa parceria é fortalecida, a E.ON passa a ter um papel fundamental na administração da MPX e, consequentemente, no desenvolvimento e operação de seus projetos. Até o fim de 2013, a MPX terá mais de 2,8 GW em operação, o que equivale a 15% da capacidade térmica do Sistema Interligado Nacional (SIN). Com mais 10 GW em projetos térmicos e renováveis licenciados, a MPX está preparada para se tornar uma das maiores empresas privadas de energia do país. Juntas, a EBX e a E.ON estão prontas para construir a capacidade de geração de energia que o Brasil necessita”, afirmou o presidente do Grupo EBX e do Conselho de Administração da MPX, Eike Batista.
“O anúncio de hoje é uma confirmação da crença estratégica da E.ON nas oportunidades de crescimento que o mercado brasileiro de energia oferece, com suas perspectivas positivas de demanda de longo prazo e de crescimento econômico. A transação e a subsequente reintegração da joint venture aumentam nossa exposição ao essencialmente atraente mercado de energia brasileiro, com um valor justo de mercado", afirmou o CEO da E.ON, Johannes Teyssen
.
MPX e E.ON esperam concluir a primeira etapa da transação até o fim de abril deste ano, após a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A segunda etapa, que consiste no aumento de capital, deverá acontecer nos meses seguintes.

O player global E.ON SE, sediado na Alemanha, terá maor participação acionária na MPX. O acordo foi comunicado nesta quinta-feira (28) pelas companhias. Como parte do acordo, a E.ON atingirá um percentual de 36,1% na MPX, contribuindo para acelerar o desenvolvimento da carteira de projetos da companhia e criar novas oportunidades no mercado brasileiro de energia.


A MPX possui, atualmente, cinco usinas em operação que somam 1.082 MW de capacidade instalada e alcançará 2.838 MW até o fim de 2013. A companhia conta ainda com um portfolio greenfield de 10.000 MW composto, principalmente, por projetos térmicos, que devem desempenhar um papel cada vez mais importante no sistema elétrico brasileiro nos próximos anos.


Inicialmente, a E.ON, que já possui 11,7% de participação na empresa de Eike Batista, irá adquirir mais 24,5% das ações da empresa hoje detidas pela EBX, por um preço mínimo de R$ 10,00, que poderá ser ajustado em mais até R$ 1,00 por ação, dependendo do preço de liquidação do aumento de capital e da performance da ação nos seis meses seguintes à conclusão da transação.


O segundo passo será a realização de aumento de capital na MPX de aproximadamente R$ 1,2 bilhão, no qual a alemã se comprometeu a investir R$ 0,4 bilhão a um preço de R$ 10,00 por ação. A MPX contratou o BTG Pactual como bookrunner da oferta pública de ações com garantia firme de distribuição e subscrição, também a um preço de R$ 10,00 por ação, das ações não subscritas pela E.ON e outros investidores.



Joint Venture será incorporada


Com a transação, a joint venture entre as duas empresas, criada em abril de 2012, será incorporada à MPX ao seu valor patrimonial, aumentando a participação da E.ON para cerca de 36,1% e simplificando a governança e operação.


Na nova estrutura, a E.ON, com sua considerável experiência internacional, contribuirá ativamente no dia a dia da gestão da companhia. Esse expertise se combinará ao conhecimento do mercado brasileiro e acesso aos recursos naturais da MPX, otimizando a execução dos projetos da companhia. Pelo acordo, a alemã terá direito de aumentar sua participação no Conselho de Administração da MPX. Eduardo Karrer, atual diretor-presidente da companhia, permanecerá no cargo.


“Acreditamos fortemente que nossos ativos são estratégicos para o crescimento e a segurança do fornecimento de energia no Brasil. À medida que nossa parceria é fortalecida, a E.ON passa a ter um papel fundamental na administração da MPX e, consequentemente, no desenvolvimento e operação de seus projetos. Até o fim de 2013, a MPX terá mais de 2,8 GW em operação, o que equivale a 15% da capacidade térmica do Sistema Interligado Nacional (SIN). Com mais 10 GW em projetos térmicos e renováveis licenciados, a MPX está preparada para se tornar uma das maiores empresas privadas de energia do país. Juntas, a EBX e a E.ON estão prontas para construir a capacidade de geração de energia que o Brasil necessita”, afirmou o presidente do Grupo EBX e do Conselho de Administração da MPX, Eike Batista.


“O anúncio de hoje é uma confirmação da crença estratégica da E.ON nas oportunidades de crescimento que o mercado brasileiro de energia oferece, com suas perspectivas positivas de demanda de longo prazo e de crescimento econômico. A transação e a subsequente reintegração da joint venture aumentam nossa exposição ao essencialmente atraente mercado de energia brasileiro, com um valor justo de mercado", afirmou o CEO da E.ON, Johannes Teyssen.


MPX e E.ON esperam concluir a primeira etapa da transação até o fim de abril deste ano, após a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A segunda etapa, que consiste no aumento de capital, deverá acontecer nos meses seguintes.

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