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Depois de perder a Celpa, J&F foca na aquisição do grupo Rede

Outras distribuidoras estão dentro dos interesses da empresa.

Valor Econômico
26/09/2012 10:57
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A venda da Celpa, distribuidora paraense de energia, fechada com a Equatorial, não tirou o apetite do grupo J&F de entrar no setor elétrico. A holding, que controla o JBS, Eldorado Celulose e outras empresas, corria por fora no processo de venda da Celpa, que estava em recuperação judicial desde fevereiro.
“Agora vamos focar no grupo” disse uma fonte da J&F ao "Valor", referindo-se aos demais ativos da Rede Energia. Ou seja, outras oito distribuidoras de energia, entre elas a Cemat, de Mato Grosso, a Celtins, do Tocantins, e a Enersul, de Mato Grosso do Sul.
Essas distribuidoras do Rede Energia, controlada pelo empresário Jorge Queiroz, estão sob intervenção da Agência Nacional de Energia (Aneel) desde agosto.
O grupo, com prazo de dois meses para apresentar “soluções de mercado” aos ativos, tem um endividamento elevado e há algum tempo vinha buscando um comprador para seus ativos.
A holding J&F chegou a conduzir negociações com Queiroz por cerca de um ano, até maio passado. O objetivo era adquirir o grupo inteiro, inclusive a Celpa. Agora, certamente terá outros concorrentes pela frente, como a paulista CPFL Energia e a mineira Cemig.

A venda da Celpa, distribuidora paraense de energia, fechada com a Equatorial, não tirou o apetite do grupo J&F de entrar no setor elétrico. A holding, que controla o JBS, Eldorado Celulose e outras empresas, corria por fora no processo de venda da Celpa, que estava em recuperação judicial desde fevereiro.


“Agora vamos focar no grupo” disse uma fonte da J&F ao "Valor", referindo-se aos demais ativos da Rede Energia. Ou seja, outras oito distribuidoras de energia, entre elas a Cemat, de Mato Grosso, a Celtins, do Tocantins, e a Enersul, de Mato Grosso do Sul.


Essas distribuidoras do Rede Energia, controlada pelo empresário Jorge Queiroz, estão sob intervenção da Agência Nacional de Energia (Aneel) desde agosto.


O grupo, com prazo de dois meses para apresentar “soluções de mercado” aos ativos, tem um endividamento elevado e há algum tempo vinha buscando um comprador para seus ativos.


A holding J&F chegou a conduzir negociações com Queiroz por cerca de um ano, até maio passado. O objetivo era adquirir o grupo inteiro, inclusive a Celpa. Agora, certamente terá outros concorrentes pela frente, como a paulista CPFL Energia e a mineira Cemig.

 

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