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CPFL Energias Renováveis desiste de oferta inicial de ações

Atitude foi por conta das condições do mercado.

Valor Econômico
05/10/2012 10:47
Visualizações: 646

 

A CPFL Energias Renováveis informou há pouco que encaminhou à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) pedido de desistência de sua oferta inicial de ações, por conta das “atuais condições de mercado”.
A companhia não descartou a possibilidade de retomar a operação mais à frente e disse que manterá o mercado informado a respeito da decisão.
Criada há pouco mais de um ano, a CPFL Energias Renováveis é resultado da associação entre a CPFL Energia e a Energias Renováveis S.A. (Ersa) e opera no segmento de energia eólica e pequenas centrais hidrelétricas.
A empresa estava na fila para estrear na bolsa desde junho e pretendia utilizar os recursos para desenvolver novos projetos e para realizar aquisições.
Segundo apurou o Valor, a rede de farmácias Pague Menos, que pretendia fazer sua oferta inicial neste ano, também pode postergar a operação para 2013, caso não apareça uma nova janela de mercado. Uma fonte próxima à operação disse à reportagem que o investidor estrangeiro ainda está “muito arredio”, o que justificaria o adiamento.

A CPFL Energias Renováveis informou há pouco que encaminhou à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) pedido de desistência de sua oferta inicial de ações, por conta das “atuais condições de mercado”. A companhia não descartou a possibilidade de retomar a operação mais à frente e disse que manterá o mercado informado a respeito da decisão.


Criada há pouco mais de um ano, a CPFL Energias Renováveis é resultado da associação entre a CPFL Energia e a Energias Renováveis S.A. (Ersa) e opera no segmento de energia eólica e pequenas centrais hidrelétricas.


A empresa estava na fila para estrear na bolsa desde junho e pretendia utilizar os recursos para desenvolver novos projetos e para realizar aquisições. Segundo apurou o Valor, a rede de farmácias Pague Menos, que pretendia fazer sua oferta inicial neste ano, também pode postergar a operação para 2013, caso não apareça uma nova janela de mercado. Uma fonte próxima à operação disse à reportagem que o investidor estrangeiro ainda está “muito arredio”, o que justificaria o adiamento.

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