Internacional

Coreia do Sul pretende retomar importação de petróleo do Irã

Economia do país depende do petróleo iraniano.

Folha de São Paulo
09/08/2012 17:18
Visualizações: 854

 

A Coreia do Sul pretende retomar a importação de petróleo iraniano que estava suspensa há dois meses devido a sanções econômicas contra o Teerã, que dificultam o transporte marítimo da mercadoria.
O plano, revelado à imprensa por autoridades e empresas refinadoras sul-coreanas, expõe a limitação dos esforços de EUA e União Europeia (UE) para impedir o Irã de exportar óleo bruto.
Detalhes financeiros e prazos para o reinício das compras não foram finalizados, mas Seul planeja receber o primeiro carregamento até o início de outubro.
A decisão de retomar as compras decorre da promessa feita pelo Irã de contornar o bloqueio da UE que impede seguradoras europeias de assinar contratos para o transporte marítimo de petróleo iraniano.
Teerã se comprometeu a encaminhar o óleo bruto a bordo de sua frota de petroleiros e a assegurar a carga em até USS 1 bilhão.
O valor é inferior aos seguros de bilhões de dólares pagos por empresas europeias como a britânica Lloyds, que dominam esse mercado ultraespecializado e até meses atrás ainda trabalhavam com o Irã.
Seguros são indispensáveis para petroleiros já que sua carga pode causar desastres ambientais e ser alvo de piratas.
Se confirmada, a retomada das importações alivia a Coreia do Sul, cuja economia depende do petróleo iraniano.
A medida também favorece o Irã, que viu suas exportações despencarem devido às últimas sanções europeias e americanas em represália ao programa nuclear iraniano, suspeito de desenvolver secretamente a bomba atômica. Teerã nega.
Governos e empresas da UE tiveram de suspender por completo as importações do Irã, que exporta hoje 1,1 milhão de barris por dia contra 2 milhões no início do ano.
Alguns dos compradores tradicionais do Irã, muitos dos quais países asiáticos, deixaram claro que continuariam comprando petróleo iraniano apesar das pressões.
Mas, por causa das punições, compradores esbarram em obstáculos logísticos e financeiros para transportar o óleo bruto e efetuar pagamentos.

A Coreia do Sul pretende retomar a importação de petróleo iraniano que estava suspensa há dois meses devido a sanções econômicas contra o Teerã, que dificultam o transporte marítimo da mercadoria.


O plano, revelado à imprensa por autoridades e empresas refinadoras sul-coreanas, expõe a limitação dos esforços de EUA e União Europeia (UE) para impedir o Irã de exportar óleo bruto.


Detalhes financeiros e prazos para o reinício das compras não foram finalizados, mas Seul planeja receber o primeiro carregamento até o início de outubro.


A decisão de retomar as compras decorre da promessa feita pelo Irã de contornar o bloqueio da UE que impede seguradoras europeias de assinar contratos para o transporte marítimo de petróleo iraniano.
Teerã se comprometeu a encaminhar o óleo bruto a bordo de sua frota de petroleiros e a assegurar a carga em até USS 1 bilhão.


O valor é inferior aos seguros de bilhões de dólares pagos por empresas europeias como a britânica Lloyds, que dominam esse mercado ultraespecializado e até meses atrás ainda trabalhavam com o Irã.
Seguros são indispensáveis para petroleiros já que sua carga pode causar desastres ambientais e ser alvo de piratas.


Se confirmada, a retomada das importações alivia a Coreia do Sul, cuja economia depende do petróleo iraniano.


A medida também favorece o Irã, que viu suas exportações despencarem devido às últimas sanções europeias e americanas em represália ao programa nuclear iraniano, suspeito de desenvolver secretamente a bomba atômica. Teerã nega.


Governos e empresas da UE tiveram de suspender por completo as importações do Irã, que exporta hoje 1,1 milhão de barris por dia contra 2 milhões no início do ano.


Alguns dos compradores tradicionais do Irã, muitos dos quais países asiáticos, deixaram claro que continuariam comprando petróleo iraniano apesar das pressões.


Mas, por causa das punições, compradores esbarram em obstáculos logísticos e financeiros para transportar o óleo bruto e efetuar pagamentos.

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Bacia de Santos
Shell Brasil adquire participação no bloco exploratório ...
02/09/26
ROG.e 2026
Merax confirma participação na ROG.e 2026 com soluções p...
02/09/26
PPSA
TotalEnergies e Petrobras vencem lotes do 8º Leilão Spot...
02/09/26
ROG.e 2026
PRINER exibe na Rio Oil & Gas Energy o serviço de pintur...
01/09/26
ANP
Produção de petróleo e gás em julho de 2026 foram de 5,8...
01/09/26
Etanol de milho
Levedura desenvolvida na Unicamp pode tornar a produção ...
01/09/26
Biometano
CGOB: ANP publica Informes Técnicos que permitem início ...
01/09/26
Financiamento
BNDES aprova financiamento de R$ 10,6 milhões para AutoM...
01/09/26
Firjan
Economia desacelera, com crescimento concentrada em comm...
01/09/26
Energia Elétrica
CCEE lança campanha nacional para apresentar o mercado l...
01/09/26
Premiação
Inscrições para Prêmio ANP de Inovação Tecnológica 2026 ...
31/08/26
Gás Natural
ABRACE questiona aumentos de até 52% na margem de distri...
31/08/26
Combustíveis
Etanol fecha a semana em alta e amplia ganhos no mercado...
31/08/26
Royalties
ANP publica resolução sobre distribuição a municípios af...
28/08/26
ANP
Gás natural: prorrogado até 14/9 o prazo da consulta púb...
28/08/26
Pessoas
Supergasbras anuncia mudanças na liderança executiva
28/08/26
Margem Equatorial
Margem Equatorial pode mudar receitas de municípios e ab...
27/08/26
Transição Energética
Conferência reúne especialistas da academia, do mercado ...
27/08/26
Pré-Sal
P-80 e P-82, que vão operar em Búzios, são batizadas em ...
27/08/26
Royalties
Valores referentes à produção de junho foram distribuído...
27/08/26
Pré-Sal
Campo de Búzios bate recordes mensal e diário de exporta...
26/08/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.

25