Relatório

BP: produção energética cai no Brasil, mas renováveis ganham espaço

Dados são do Relatório Estatístico 2014 da BP.

Ascom BP
20/06/2014 12:27
BP: produção energética cai no Brasil, mas renováveis ganham espaço Imagem: TN Petróleo Visualizações: 2003

 

O Relatório Estatístico 2014 da BP (BP Statistical Review of World Energy 2014), lançado nesta semana durante o Congresso Mundial de Petróleo, em Moscou, mostra que a produção energética do Brasil diminuiu 0,4% em 2013, ficando responsável por 2% do total mundial. Segundo o documento, a queda da produção brasileira de petróleo (-1,7%), nuclear (-8,4%) e energia hidrelétrica (-7%) foi compensada pelo aumento da produção de energias renováveis (32,2%), biocombustíveis (16,8%), carvão (11,7%) e gás natural (11%).
O relatório revela também que o Brasil segue sendo o segundo maior produtor de biocombustíveis do mundo, respondendo por 24% do total mundial. A produção de etanol subiu 18,5% e de biodiesel, 7,6%, representando 31% e 10% da produção global, respectivamente.
Em contrapartida, o consumo de energia no país aumentou 3,2% em 2013, o que representa 2,2% do consumo global. Esse já é o quarto ano consecutivo de crescimento a tendência é que a demanda continue subindo. Os principais aumentos foram registrados pela energia elétrica de fontes renováveis, com 32,2%, e gás natural, com 19,2%.
Na matriz energética brasileira, o petróleo continua sendo a principal fonte, respondendo por 44% da produção total, acima da hidrelétrica (35%). Em 2013, a produção nacional de petróleo representou 2,7% da produção mundial.
Outro estudo publicado pela BP neste ano (BP Energy Outlook 2035) indica que em 2035 o petróleo deve continuar sendo o combustível dominante no Brasil, com 37%, mas a matriz energética vai mudar, com os biocombustíveis tomando parte do mercado de petróleo nos transportes e com o gás substituindo o carvão e hidrelétrica na geração de energia.
Contexto global
 
O relatório de 2014 mostrou que as diferenças emergentes no desempenho da economia mundial, incertezas geopolíticas e o permanente debate sobre os papéis adequados dos governos e mercados acarretaram mudanças no comportamento dos mercados energéticos. A demanda de energia global acelerou em 2013, mas, refletindo a instabilidade da economia, o aumento de 2,3% manteve-se abaixo da média histórica.
Para o presidente-executivo do Grupo BP, Bob Dudley, o estudo novamente demonstra a força e a flexibilidade do sistema global de energia para se adaptar em um mundo em transformação. "As maiores interrupções em produção vistas ao longo de 2013 foram equilibradas por aumentos contínuos na produção em alguns países. Este fato realça a importância de manter a oferta por meio do acesso contínuo a novos recursos energéticos, políticas para incentivar os mercados e os investimentos, bem como a aplicação de novas tecnologias globalmente", afirmou.

O Relatório Estatístico 2014 da BP (BP Statistical Review of World Energy 2014), lançado nesta semana durante o Congresso Mundial de Petróleo, em Moscou, mostra que a produção energética do Brasil diminuiu 0,4% em 2013, ficando responsável por 2% do total mundial. Segundo o documento, a queda da produção brasileira de petróleo (-1,7%), nuclear (-8,4%) e energia hidrelétrica (-7%) foi compensada pelo aumento da produção de energias renováveis (32,2%), biocombustíveis (16,8%), carvão (11,7%) e gás natural (11%).

O relatório revela também que o Brasil segue sendo o segundo maior produtor de biocombustíveis do mundo, respondendo por 24% do total mundial. A produção de etanol subiu 18,5% e de biodiesel, 7,6%, representando 31% e 10% da produção global, respectivamente.

Em contrapartida, o consumo de energia no país aumentou 3,2% em 2013, o que representa 2,2% do consumo global. Esse já é o quarto ano consecutivo de crescimento a tendência é que a demanda continue subindo. Os principais aumentos foram registrados pela energia elétrica de fontes renováveis, com 32,2%, e gás natural, com 19,2%.

Na matriz energética brasileira, o petróleo continua sendo a principal fonte, respondendo por 44% da produção total, acima da hidrelétrica (35%). Em 2013, a produção nacional de petróleo representou 2,7% da produção mundial.

Outro estudo publicado pela BP neste ano (BP Energy Outlook 2035) indica que em 2035 o petróleo deve continuar sendo o combustível dominante no Brasil, com 37%, mas a matriz energética vai mudar, com os biocombustíveis tomando parte do mercado de petróleo nos transportes e com o gás substituindo o carvão e hidrelétrica na geração de energia.


Contexto global

O relatório de 2014 mostrou que as diferenças emergentes no desempenho da economia mundial, incertezas geopolíticas e o permanente debate sobre os papéis adequados dos governos e mercados acarretaram mudanças no comportamento dos mercados energéticos. A demanda de energia global acelerou em 2013, mas, refletindo a instabilidade da economia, o aumento de 2,3% manteve-se abaixo da média histórica.

Para o presidente-executivo do Grupo BP, Bob Dudley, o estudo novamente demonstra a força e a flexibilidade do sistema global de energia para se adaptar em um mundo em transformação. "As maiores interrupções em produção vistas ao longo de 2013 foram equilibradas por aumentos contínuos na produção em alguns países. Este fato realça a importância de manter a oferta por meio do acesso contínuo a novos recursos energéticos, políticas para incentivar os mercados e os investimentos, bem como a aplicação de novas tecnologias globalmente", afirmou.

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Margem Equatorial
Firjan SENAI leva para o Amapá o programa Rede de Oportu...
07/08/26
Mobilidade Urbana
Scania e Caio lançam novo ônibus a gás/biometano Padron ...
07/08/26
Etanol
Venda de etanol em junho supera os 3 bilhões de litros
06/08/26
Bacia de Santos
Oil States assina contrato para fabricação dos Jumpers R...
06/08/26
ROG.e
MODEC é patrocinadora da ROG.e 2026
06/08/26
ANP
Seminário da ANP apresenta resultados da atividade de ex...
06/08/26
Fenasucro
Fenasucro & Agrocana: cinco motivos para não perder o pr...
06/08/26
ANP
Oferta Permanente: 6º Ciclo de Concessão terá 22 setores...
06/08/26
Internacional
Tarifaço EUA, Firjan Internacional elabora cartilha de a...
06/08/26
Bacia de Campos
Projeto Raia avança com novos marcos em um dos principai...
06/08/26
Resultado
ENGIE Brasil Energia registra lucro líquido de R$ 1,9 bi...
06/08/26
Resultado
BRAVA Energia alcança recorde histórico de receita líqui...
06/08/26
Drilling
Foresea completa 3 anos de liderança com frota contratad...
05/08/26
Oferta Permanente
ANP participa de cerimônia alusiva à assinatura de contr...
05/08/26
SOG 2026
Petrol Industrial S.A. Consolida Presença Regional e Apr...
05/08/26
Gás Natural
IBP, ABRACE e Abpip lançam novo Relivre com foco na comp...
05/08/26
SOG 2026
HYTORC CENTRAL BR reforça sua presença no mercado de óle...
05/08/26
SOG 2026
ABPIP fortalece agenda de desenvolvimento territorial em...
04/08/26
Fenasucro
Brasil concentra oportunidades de investimento em biocom...
04/08/26
Transição Energética
Segurança energética e transição entram no centro do deb...
04/08/26
Etanol
Alteração de normas sobre comercialização de etanol anid...
03/08/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.