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Acordos entre Brasil e China incluem venda de aviões da Embraer

Agência Brasil
17/07/2014 15:31
Acordos entre Brasil e China incluem venda de aviões da Embraer Imagem: Roberto Stuckert Filho/PR Visualizações: 1734

 

Maior parceiro comercial do Brasil, com US$ 90 bilhões em transações no ano passado, a China pretende ampliar as relações com o país e atuar de forma coordenada em organismos internacionais multilaterais. Após cerimônia de assinatura de acordos bilaterais com a presidente Dilma Rousseff, o presidente chinês, Xi Jinping, defendeu também a “ampliação dos consensos”.
Já a presidente Dilma destacou a disposição da China de investir em setores estratégicos no Brasil, como o de energia, por meio de parcerias na construção de hidrelétricas e de linhas de transmissão, e os de petróleo e aviação, com a compra de aeronaves fabricadas pela Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer).
Para Jinping, a China e o Brasil, como “importantes países do mercado emergente e encontrando-se como Estados-chave de desenvolvimento”, podem impulsionar também o avanço dos demais países em desenvolvimento. "Com esta visita, tenho mais convicção do desenvolvimento do Brasil e da China e de que as duas partes vão continuar apoiando o caminho do desenvolvimento, a enfrentar os desafios e compartilhar oportunidades com o objetivo de usar seu desenvolvimento para o crescimento de todos os países emergentes”, afirmou Jinping.
As relações entre o Brasil e a China são promissoras, disse a presidente Dilma Rousseff. “A visita do presidente da China marca o quadragésimo aniversário das relações diplomáticas entre os dois países. O balanço não poderia ser mais positivo e o futuro não poderia ser mais promissor. Nossas relações reconfiguram uma parceria estratégica em diversas áreas de cooperação".
A expectativa de Jinping é que os acordos firmados nesta visita ao Brasil permitam o “aumento contínuo” do comércio bilateral. Ele revelou o grande interesse dos chineses em investir em obras de infraestrutura, logística, petróleo, minério de ferro e agricultura. “Estamos dispostos a conduzir cooperação estratégica para construção de estradas de ferro e também em tecnologia e internet e a elevar nossa cooperação comercial em todos os âmbitos: ONU [Organização das Nações Unidas], OMC [Organização Mundial do Comércio], G20 [grupo das 20 maiores economias do mundo] e Brics [grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul”.
Na cerimônia, Dilma apresentou ao presidente chinês oportunidades em licitações ferroviárias, aeroviárias e ferroviárias. “Neste sentido, ressaltamos o memorando de entendimento sobre cooperação ferroviária. Reiterei ao presidente Xi Jinping minha expectativa sobre a participação de empresas chinesas nos projetos brasileiros de infraestrutura e logística”.
De acordo com a presidenta, no setor industrial, a relação bilateral sai fortalecida com o anúncio de investimentos significativos para produção de maquinário destinado à construção civil, pela Sany, no valor de US$ 300 milhões, e de instalação da montadora Chery, ambas em Jacareí, São Paulo. Cada empreendimento gerará mil postos de trabalho, informou Dilma.

Maior parceiro comercial do Brasil, com US$ 90 bilhões em transações no ano passado, a China pretende ampliar as relações com o país e atuar de forma coordenada em organismos internacionais multilaterais. Após cerimônia de assinatura de acordos bilaterais com a presidente Dilma Rousseff, o presidente chinês, Xi Jinping, defendeu também a “ampliação dos consensos”.

Já a presidente Dilma destacou a disposição da China de investir em setores estratégicos no Brasil, como o de energia, por meio de parcerias na construção de hidrelétricas e de linhas de transmissão, e os de petróleo e aviação, com a compra de aeronaves fabricadas pela Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer).

Para Jinping, a China e o Brasil, como “importantes países do mercado emergente e encontrando-se como Estados-chave de desenvolvimento”, podem impulsionar também o avanço dos demais países em desenvolvimento. "Com esta visita, tenho mais convicção do desenvolvimento do Brasil e da China e de que as duas partes vão continuar apoiando o caminho do desenvolvimento, a enfrentar os desafios e compartilhar oportunidades com o objetivo de usar seu desenvolvimento para o crescimento de todos os países emergentes”, afirmou Jinping.

As relações entre o Brasil e a China são promissoras, disse a presidente Dilma Rousseff. “A visita do presidente da China marca o quadragésimo aniversário das relações diplomáticas entre os dois países. O balanço não poderia ser mais positivo e o futuro não poderia ser mais promissor. Nossas relações reconfiguram uma parceria estratégica em diversas áreas de cooperação".

A expectativa de Jinping é que os acordos firmados nesta visita ao Brasil permitam o “aumento contínuo” do comércio bilateral. Ele revelou o grande interesse dos chineses em investir em obras de infraestrutura, logística, petróleo, minério de ferro e agricultura. “Estamos dispostos a conduzir cooperação estratégica para construção de estradas de ferro e também em tecnologia e internet e a elevar nossa cooperação comercial em todos os âmbitos: ONU [Organização das Nações Unidas], OMC [Organização Mundial do Comércio], G20 [grupo das 20 maiores economias do mundo] e Brics [grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul”.

Na cerimônia, Dilma apresentou ao presidente chinês oportunidades em licitações ferroviárias, aeroviárias e ferroviárias. “Neste sentido, ressaltamos o memorando de entendimento sobre cooperação ferroviária. Reiterei ao presidente Xi Jinping minha expectativa sobre a participação de empresas chinesas nos projetos brasileiros de infraestrutura e logística”.

De acordo com a presidenta, no setor industrial, a relação bilateral sai fortalecida com o anúncio de investimentos significativos para produção de maquinário destinado à construção civil, pela Sany, no valor de US$ 300 milhões, e de instalação da montadora Chery, ambas em Jacareí, São Paulo. Cada empreendimento gerará mil postos de trabalho, informou Dilma.

 

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