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Wilson Sons Rebocadores amplia Central de Operações

Investimento é de R$ 1,5 milhão.

Redação
07/01/2013 15:44
Visualizações: 937

 

A Wilson Sons Rebocadores vai ampliar a atuação de sua Central de Operação de Rebocadores (COR). A partir do início de 2013, as embarcações da companhia que atendem aos portos de Paranaguá (PR) e Vitória (ES) passarão a ser rastreadas. Com isso, passarão a ser 23 os rebocadores gerenciados a partir da Central. Resultado de um investimento de R$ 1,5 milhão, a COR rastreia remotamente as embarcações da empresa e gera indicadores sobre o uso das embarcações, colaborando na elaboração de estratégias e reduzindo os riscos de acidentes.
O projeto piloto da Central teve início em 2010, com o estudo da tecnologia. A companhia buscou ferramentas que já existiam no mercado e analisou se esses softwares eram adequados ou se seria necessário desenvolver soluções próprias. A partir da pesquisa, a Wilson Sons Rebocadores optou por usar o VTS (Vessel Traffic Service), da empresa Transas.
“A ferramenta que se mostrou mais apropriada foi o VTS. Para atestar a qualidade do software, visitamos uma companhia canadense que utiliza o mesmo produto. Ficamos impressionados com tudo o que vimos”, diz o diretor da Wilson Sons Rebocadores, Sérgio Guedes.
Após o período de aprendizagem, a COR entrou em operação na filial de Santos, em 2011, cuidando das embarcações que operavam nos portos de Santos e São Sebastião. Os rebocadores que atendem os portos do Rio de Janeiro e de Sepetiba foram conectados à Central este ano.
A companhia trabalha agora para integrar até o início de 2013 as embarcações que operam em Paranaguá e Vitória. “Já recebemos os equipamentos para atender a estes portos. A expectativa é de que em novembro já esteja tudo instalado e comecem a ser feitos os estudos das áreas”, afirma o coordenador de processos da Wilson Sons, Vinícius Beato.
Uma das vantagens do uso da ferramenta é um sistema de alarmes, ou seja, avisos de ações que possam vir a comprometer as operações em tempo hábil para que sejam corrigidas. Desta forma, é possível evitar os excessos de velocidade ou deslocamentos sem planejamento, por exemplo.
Dois portais funcionam em sinergia com a Central, sendo um voltado para os comandantes e outro para as filiais. “Além disso, a comunicação via rádio continua sendo feita. A COR apenas agrega valor às operações”, complementa Beato.
De acordo com o supervisor da COR, Daniel Amarante, a resposta dos comandantes das embarcações está colaborando para o desenvolvimento da Central. “Todos passaram por treinamento para lidar com a COR, que representa uma grande mudança na cultura das operações. A tripulação agora se sente mais confiante com a quantidade de informações disponíveis”, afirma Amarante.

A Wilson Sons Rebocadores vai ampliar a atuação de sua Central de Operação de Rebocadores (COR). A partir do início de 2013, as embarcações da companhia que atendem aos portos de Paranaguá (PR) e Vitória (ES) passarão a ser rastreadas. Com isso, passarão a ser 23 os rebocadores gerenciados a partir da Central. Resultado de um investimento de R$ 1,5 milhão, a COR rastreia remotamente as embarcações da empresa e gera indicadores sobre o uso das embarcações, colaborando na elaboração de estratégias e reduzindo os riscos de acidentes.


O projeto piloto da Central teve início em 2010, com o estudo da tecnologia. A companhia buscou ferramentas que já existiam no mercado e analisou se esses softwares eram adequados ou se seria necessário desenvolver soluções próprias. A partir da pesquisa, a Wilson Sons Rebocadores optou por usar o VTS (Vessel Traffic Service), da empresa Transas.


“A ferramenta que se mostrou mais apropriada foi o VTS. Para atestar a qualidade do software, visitamos uma companhia canadense que utiliza o mesmo produto. Ficamos impressionados com tudo o que vimos”, diz o diretor da Wilson Sons Rebocadores, Sérgio Guedes.


Após o período de aprendizagem, a COR entrou em operação na filial de Santos, em 2011, cuidando das embarcações que operavam nos portos de Santos e São Sebastião. Os rebocadores que atendem os portos do Rio de Janeiro e de Sepetiba foram conectados à Central este ano.


A companhia trabalha agora para integrar até o início de 2013 as embarcações que operam em Paranaguá e Vitória. “Já recebemos os equipamentos para atender a estes portos. A expectativa é de que em novembro já esteja tudo instalado e comecem a ser feitos os estudos das áreas”, afirma o coordenador de processos da Wilson Sons, Vinícius Beato.


Uma das vantagens do uso da ferramenta é um sistema de alarmes, ou seja, avisos de ações que possam vir a comprometer as operações em tempo hábil para que sejam corrigidas. Desta forma, é possível evitar os excessos de velocidade ou deslocamentos sem planejamento, por exemplo.


Dois portais funcionam em sinergia com a Central, sendo um voltado para os comandantes e outro para as filiais. “Além disso, a comunicação via rádio continua sendo feita. A COR apenas agrega valor às operações”, complementa Beato.


De acordo com o supervisor da COR, Daniel Amarante, a resposta dos comandantes das embarcações está colaborando para o desenvolvimento da Central. “Todos passaram por treinamento para lidar com a COR, que representa uma grande mudança na cultura das operações. A tripulação agora se sente mais confiante com a quantidade de informações disponíveis”, afirma Amarante.

 

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