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Tecon Rio Grande inicia embarques de madeira para a China

Terminal está preparado para escoar até 200 contêineres por mês.

Ascom Tecon Rio Grande
28/02/2014 12:30
Visualizações: 1054

 

Em 2014, o Tecon Rio Grande inicia embarques regulares de toras de madeira do oeste gaúcho para a China, com o foco no atendimento do mercado de construção civil daquele país. Após um projeto piloto e estudos realizados com parceiros em 2013, o terminal está preparado para escoar até 200 contêineres por mês – demanda estimada pelas tradings que trabalham com a commodity. Em 2013, foram embarcados 137 contêineres de 40 pés (12 metros).
Seguindo a tendência de conteinerização de commodities, o terminal, em parceria com empresas e players de mercado, desenvolveu uma solução de logística e carregamento para viabilizar as exportações por Rio Grande. Segundo o diretor comercial, Thierry Rios, o trabalho de inteligência analisou a operação como um todo: da velocidade de corte na origem do produto até a estrutura para tratamento da madeira e disponibilidade de contêineres vazios.
“A exportação de commodities exige uma logística eficiente e enxuta, capaz de atender grandes volumes a baixo custo”, afirma Rios. Para tanto, o Tecon Rio Grande investiu cerca de R$ 200 mil na construção de um equipamento para realizar o carregamento do contêiner de forma automática, permitindo mais que dobrar a produtividade de movimentação. “Inauguramos esse equipamento em janeiro, após três meses de desenvolvimento pelo próprio terminal”, conta.
O Rio Grande do Sul, de acordo o Projeto Levantamento e Classificação do Uso da Terra do IBGE, possui cerca de 560 mil hectares de silvicultura. Os embarques das toras de madeira não obedecem a uma sazonalidade específica e acontecem o ano todo. Até então, maior parte da produção é exportada no estado de forma break bulk, em que a carga é transportada de forma avulsa, não conteinerizada.
“Com a operação via contêiner amadurecida, apostamos que este mercado trará ganhos significativos no volume de movimentação do terminal em 2014”, prevê o diretor comercial.
Novas cargas
A aposta da conteinerização de novas cargas fez com que o Tecon Rio Grande investisse no fortalecimento e especialização de sua equipe comercial. Entre os projetos pilotos já desenvolvidos, estão o escoamento da soja, sorgo e careta de ferro (subproduto do minério de ferro).
Só em 2013, saíram por Rio Grande 165 contêineres de 20 pés (6 metros) de soja, o que representa mais de 4 mil toneladas. A solução logística é baseada na multimodalidade: o grão chega por ferrovia ao porto, e segue para o mercado asiático por navio.
Já o piloto para o escoamento de sorgo, no ano passado, envolveu quase 80 contêineres, o equivalente a cerca de 2 mil toneladas. O terminal ainda exportou, no ano passado, 287 contêineres de careta de ferro para a Ásia. Milho e fertilizantes são outras commodities que estão em fase de prospecção.
“A utilização do contêiner proporciona aos exportadores a possibilidade de comercialização de pequenos volumes, agilidade no fluxo logístico e a possibilidade de aproveitar fretes de retorno para Ásia a um custo competitivo”, conclui Thierry Rios.

Em 2014, o Tecon Rio Grande inicia embarques regulares de toras de madeira do oeste gaúcho para a China, com o foco no atendimento do mercado de construção civil daquele país. Após um projeto piloto e estudos realizados com parceiros em 2013, o terminal está preparado para escoar até 200 contêineres por mês – demanda estimada pelas tradings que trabalham com a commodity. Em 2013, foram embarcados 137 contêineres de 40 pés (12 metros).

Seguindo a tendência de conteinerização de commodities, o terminal, em parceria com empresas e players de mercado, desenvolveu uma solução de logística e carregamento para viabilizar as exportações por Rio Grande. Segundo o diretor comercial, Thierry Rios, o trabalho de inteligência analisou a operação como um todo: da velocidade de corte na origem do produto até a estrutura para tratamento da madeira e disponibilidade de contêineres vazios.

“A exportação de commodities exige uma logística eficiente e enxuta, capaz de atender grandes volumes a baixo custo”, afirma Rios. Para tanto, o Tecon Rio Grande investiu cerca de R$ 200 mil na construção de um equipamento para realizar o carregamento do contêiner de forma automática, permitindo mais que dobrar a produtividade de movimentação. “Inauguramos esse equipamento em janeiro, após três meses de desenvolvimento pelo próprio terminal”, conta.

O Rio Grande do Sul, de acordo o Projeto Levantamento e Classificação do Uso da Terra do IBGE, possui cerca de 560 mil hectares de silvicultura. Os embarques das toras de madeira não obedecem a uma sazonalidade específica e acontecem o ano todo. Até então, maior parte da produção é exportada no estado de forma break bulk, em que a carga é transportada de forma avulsa, não conteinerizada.

“Com a operação via contêiner amadurecida, apostamos que este mercado trará ganhos significativos no volume de movimentação do terminal em 2014”, prevê o diretor comercial.


Novas cargas

A aposta da conteinerização de novas cargas fez com que o Tecon Rio Grande investisse no fortalecimento e especialização de sua equipe comercial. Entre os projetos pilotos já desenvolvidos, estão o escoamento da soja, sorgo e careta de ferro (subproduto do minério de ferro).

Só em 2013, saíram por Rio Grande 165 contêineres de 20 pés (6 metros) de soja, o que representa mais de 4 mil toneladas. A solução logística é baseada na multimodalidade: o grão chega por ferrovia ao porto, e segue para o mercado asiático por navio.

Já o piloto para o escoamento de sorgo, no ano passado, envolveu quase 80 contêineres, o equivalente a cerca de 2 mil toneladas. O terminal ainda exportou, no ano passado, 287 contêineres de careta de ferro para a Ásia. Milho e fertilizantes são outras commodities que estão em fase de prospecção.

“A utilização do contêiner proporciona aos exportadores a possibilidade de comercialização de pequenos volumes, agilidade no fluxo logístico e a possibilidade de aproveitar fretes de retorno para Ásia a um custo competitivo”, conclui Thierry Rios.

 

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