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Siemens quer liderança em tecnologia elétrica submarina no Brasil

A companhia reforçou sua atuação no segmento subsea de óleo e gás com a aquisição da unidade da Expro Holdings UK que projeta e fabrica componentes submarinos como conectores de cabos, sensores e dispositivos de medição.

Redação
17/07/2012 11:01
Visualizações: 484

 

A Siemens reforçou sua atuação no segmento subsea de óleo e gás com a aquisição da unidade da Expro Holdings UK que projeta e fabrica componentes submarinos como conectores de cabos, sensores e dispositivos de medição. Com essa transação, as marcas Tronic, fornecedora de conectores elétricos que permitem tanto a transmissão de energia como a comunicação em instalações submarinas, e Matre, detentora de uma ampla gama de sensores de temperatura e pressão para uso submarino, passam a compor o portfólio da Siemens em tecnologias para águas profundas.
A notícia impacta, diretamente, os negócios da companhia no Brasil, considerado hoje o maior centro de aplicação de tecnologia submarina no mundo, um mercado que deve atingir volumes globais de até € 2 bi até 2020.
“Com a aquisição deste novo portfólio, usaremos o que já temos instalado em nossa base no Brasil e aumentaremos o conteúdo local desse produto. O intuito é continuarmos fazendo a montagem dos conectores, e também passarmos a fabricar componentes para que, futuramente, tenhamos a possibilidade de desenvolver algumas pesquisas de desenvolvimento do subsea powergrid. Com o novo Centro de P&D, a ser inaugurado no Rio de Janeiro ainda em 2012, poderemos com certeza trazer para o Brasil algumas atividades feitas lá fora em tecnologia submarina”, explica Welter Benicio, diretor da divisão de óleo e gás da Siemens no Brasil. Ainda segundo o executivo, parte dos US$ 600 milhões que a empresa pretende investir no país até 2016 foca justamente no aumento do conteúdo nacional de produtos oferecidos pela Siemens.
Com a incorporação das marcas Tronic e Matre, a Siemens amplia estrategicamente o portfólio no mercado de redes elétricas submarinas e aprimora seu know-how em eletrificação e atividades de pesquisa e desenvolvimento para uso no leito do mar, a profundidades que chegam a 3.000 metros. “Esses produtos são líderes de mercado. Isso nos aproximará do objetivo de nos tornarmos um dos líderes no fornecimento de soluções de rede e distribuição elétrica submarina”, completa Benício.
O Subsea Powergrid é uma rede elétrica submarina que permite a produção e processamento de óleo e gás a partir de módulos instalados a até 3.000 metros de profundidade. Nesse contexto, está a engenharia multidisciplinar da Siemens (turbinas a gás e a vapor, compressores e ventiladores) aplicada nos setores de automação, geração, transmissão e distribuição de energia, compressão, tratamento de água, além de aplicações para a tecnologia marítima.
A rede elétrica submarina pode ajudar a aumentar a capacidade de produção de um reservatório no leito do mar e a explorar inclusive reservatórios de pequeno porte que, de outro modo, não seriam economicamente viáveis. Ao mesmo tempo, as novas tecnologias aumentarão a segurança e a confiabilidade das instalações.
Em 2011, a divisão Expro contabilizou um faturamento de cerca de € 90 milhões e conta, no momento, com uma força de trabalho de 450 pessoas no Reino Unido (Ulverston), Noruega (Bomlo), Estados Unidos (Houston), Brasil (Niterói) e Malásia (Johor). A aquisição da companhia inglesa faz parte da estratégia da Siemens em desenvolver tecnologia própria. Também com este foco, em março de 2011, a Siemens já havia comprado as empresas norueguesas Bennex e Poseidon por US$ 105 milhões. As marcas Tronic e Matre foram adquiridas pela Siemens por € 470 milhões.

A Siemens reforçou sua atuação no segmento subsea de óleo e gás com a aquisição da unidade da Expro Holdings UK que projeta e fabrica componentes submarinos como conectores de cabos, sensores e dispositivos de medição. Com essa transação, as marcas Tronic, fornecedora de conectores elétricos que permitem tanto a transmissão de energia como a comunicação em instalações submarinas, e Matre, detentora de uma ampla gama de sensores de temperatura e pressão para uso submarino, passam a compor o portfólio da Siemens em tecnologias para águas profundas.


A notícia impacta, diretamente, os negócios da companhia no Brasil, considerado hoje o maior centro de aplicação de tecnologia submarina no mundo, um mercado que deve atingir volumes globais de até € 2 bi até 2020.


“Com a aquisição deste novo portfólio, usaremos o que já temos instalado em nossa base no Brasil e aumentaremos o conteúdo local desse produto. O intuito é continuarmos fazendo a montagem dos conectores, e também passarmos a fabricar componentes para que, futuramente, tenhamos a possibilidade de desenvolver algumas pesquisas de desenvolvimento do subsea powergrid. Com o novo Centro de P&D, a ser inaugurado no Rio de Janeiro ainda em 2012, poderemos com certeza trazer para o Brasil algumas atividades feitas lá fora em tecnologia submarina”, explica Welter Benicio, diretor da divisão de óleo e gás da Siemens no Brasil. Ainda segundo o executivo, parte dos US$ 600 milhões que a empresa pretende investir no país até 2016 foca justamente no aumento do conteúdo nacional de produtos oferecidos pela Siemens.


Com a incorporação das marcas Tronic e Matre, a Siemens amplia estrategicamente o portfólio no mercado de redes elétricas submarinas e aprimora seu know-how em eletrificação e atividades de pesquisa e desenvolvimento para uso no leito do mar, a profundidades que chegam a 3.000 metros. “Esses produtos são líderes de mercado. Isso nos aproximará do objetivo de nos tornarmos um dos líderes no fornecimento de soluções de rede e distribuição elétrica submarina”, completa Benício.


O Subsea Powergrid é uma rede elétrica submarina que permite a produção e processamento de óleo e gás a partir de módulos instalados a até 3.000 metros de profundidade. Nesse contexto, está a engenharia multidisciplinar da Siemens (turbinas a gás e a vapor, compressores e ventiladores) aplicada nos setores de automação, geração, transmissão e distribuição de energia, compressão, tratamento de água, além de aplicações para a tecnologia marítima.


A rede elétrica submarina pode ajudar a aumentar a capacidade de produção de um reservatório no leito do mar e a explorar inclusive reservatórios de pequeno porte que, de outro modo, não seriam economicamente viáveis. Ao mesmo tempo, as novas tecnologias aumentarão a segurança e a confiabilidade das instalações.


Em 2011, a divisão Expro contabilizou um faturamento de cerca de € 90 milhões e conta, no momento, com uma força de trabalho de 450 pessoas no Reino Unido (Ulverston), Noruega (Bomlo), Estados Unidos (Houston), Brasil (Niterói) e Malásia (Johor). A aquisição da companhia inglesa faz parte da estratégia da Siemens em desenvolver tecnologia própria. Também com este foco, em março de 2011, a Siemens já havia comprado as empresas norueguesas Bennex e Poseidon por US$ 105 milhões. As marcas Tronic e Matre foram adquiridas pela Siemens por € 470 milhões.

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