Pré-Sal

Shell otimista com bloco no pré-sal

Petroleira aguarda a definição da ANP sobre o futuro de suas atividades no bloco.

Valor Online
11/09/2014 10:29
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O presidente da Shell Brasil, André Araújo, disse ontem que está otimista com as negociações com a Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA) sobre a unitização de Gato do Mato, no BM-S-54, no pré-sal da Bacia de Santos. Em paralelo às discussões com a estatal, a petroleira aguarda a definição da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) sobre o futuro de suas atividades no bloco.
“As discussões com a PPSA estão caminhando bem. Esperamos fechar um acordo o mais rápido possível. Ao longo de 2014, ganhamos um parceiro para as atividades em Gato do Mato”, disse Araújo, sobre a entrada da estatal nas atividades de avaliação da área.
A concessão do bloco está suspensa pela ANP desde o início do ano, quando o órgão regulador determinou a abertura do processo de unitização de Gato do Mato com uma área do pré-sal da União ainda não leiloada.
Diante da paralisação das atividades em Gato do Mato, a Shell pediu à ANP a suspensão do Plano de Avaliação de Descoberta (PAD) de Epitonium, área localizada na mesma concessão.
O contrato de concessão do BM-S-54 foi suspenso em janeiro pela agência, para que a empresa iniciasse as conversa com a PPSA para unitização de Gato do Mato. A decisão, contudo, não incluiu a suspensão do plano de avaliação de descoberta da área vizinha de Epitonium. A Shell já havia solicitado à agência a prorrogação do prazo para definição do poço obrigatório previsto na área, no início do ano, mas teve seu pedido negado na ocasião.
A área de concessão BM-S-54 é operada pela Shell, com 80% de participação, em parceria com a francesa Total (20%).
André Araújo reiterou, ainda, o esforço da companhia em recuperar as perdas de produção no Parque das Conchas, na Bacia de Campos. A expectativa da petroleira é que o primeiro óleo da fase 3 do projeto, que visa compensar o declínio natural da área, comece em 2016. Atualmente, o Parque das Conchas responde por cerca de 65% da produção dos campos operados pela Shell no Brasil.
O presidente da Shell Brasil também reforçou os planos do consórcio que opera o campo de Libra de iniciar a perfuração de um segundo poço no local ainda este ano. O executivo comentou que o grupo já discute alternativas para monetização do gás do campo do pré-sal. “A liquefação, reinjeção e transporte serão melhor avaliados no devido momento”, disse Araújo.

O presidente da Shell Brasil, André Araújo, disse ontem que está otimista com as negociações com a Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA) sobre a unitização de Gato do Mato, no BM-S-54, no pré-sal da Bacia de Santos.

Em paralelo às discussões com a estatal, a petroleira aguarda a definição da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) sobre o futuro de suas atividades no bloco.

“As discussões com a PPSA estão caminhando bem. Esperamos fechar um acordo o mais rápido possível. Ao longo de 2014, ganhamos um parceiro para as atividades em Gato do Mato”, disse Araújo, sobre a entrada da estatal nas atividades de avaliação da área.

A concessão do bloco está suspensa pela ANP desde o início do ano, quando o órgão regulador determinou a abertura do processo de unitização de Gato do Mato com uma área do pré-sal da União ainda não leiloada.

Diante da paralisação das atividades em Gato do Mato, a Shell pediu à ANP a suspensão do Plano de Avaliação de Descoberta (PAD) de Epitonium, área localizada na mesma concessão.

O contrato de concessão do BM-S-54 foi suspenso em janeiro pela agência, para que a empresa iniciasse as conversa com a PPSA para unitização de Gato do Mato.

A decisão, contudo, não incluiu a suspensão do plano de avaliação de descoberta da área vizinha de Epitonium.

A Shell já havia solicitado à agência a prorrogação do prazo para definição do poço obrigatório previsto na área, no início do ano, mas teve seu pedido negado na ocasião.

A área de concessão BM-S-54 é operada pela Shell, com 80% de participação, em parceria com a francesa Total (20%).

André Araújo reiterou, ainda, o esforço da companhia em recuperar as perdas de produção no Parque das Conchas, na Bacia de Campos.

A expectativa da petroleira é que o primeiro óleo da fase 3 do projeto, que visa compensar o declínio natural da área, comece em 2016.

Atualmente, o Parque das Conchas responde por cerca de 65% da produção dos campos operados pela Shell no Brasil.

O presidente da Shell Brasil também reforçou os planos do consórcio que opera o campo de Libra de iniciar a perfuração de um segundo poço no local ainda este ano.

O executivo comentou que o grupo já discute alternativas para monetização do gás do campo do pré-sal. “A liquefação, reinjeção e transporte serão melhor avaliados no devido momento”, disse Araújo.

 

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