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Shell inicia operações com sonda Noble Max Smith

A unidade chegou ao país com o objetivo de buscar um redesenvolvimento do campo onde irá operar, com o aumento da produtividade na área. A sonda realizará perfurações em três novos poços em Bijupirá, e em um em Salema. A Max Smith, q

Redação
01/04/2013 09:36
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A Shell acaba de iniciar suas operações com a sonda Noble Max Smith, que chegou ao Brasil em meados de fevereiro deste ano e será utilizada na Bacia de Campos. Além desta, a companhia também conta no país com a Noble Bully II, outra sonda para operação offshore.

A Noble Max Smith, da Noble Corporation, chegou ao país com o objetivo de buscar um redesenvolvimento do campo onde irá operar, com o aumento da produtividade na área. A sonda realizará perfurações em três novos poços em Bijupirá, e em um em Salema. A Max Smith, que é uma sonda semissubmersível, pode chegar a perfurar até 7.600m de profundidade em lâminas d’gua de até 2.100m.

Por sua vez, a Bully II é utilizada há quase um ano na Fase 2 de desenvolvimento do Parque das Conchas (BC-10), onde está perfurando 11 poços, sendo sete de produção e quatro de injeção de água para estimular a produção.

Por ser menor, porém dotada de equipamentos mais avançados, a Bully II oferece ganho em eficiência, assim como sua ‘irmã’, a Bully I, utilizada na operação no Golfo do México. Tais sondas permitem o encaixe remoto de válvulas nos poços perfurados e geram menos custo, mais rapidez na operação, menor consumo de combustível, redução nas emissões de gás carbônico e um aumento na segurança: por serem mais finas e menores, estão menos vulneráveis a fatores climáticos, como correntes marítimas e tempestades. A tecnologia Bully possui GPS embutido, sensores de vento, sensores de movimento, bússolas, sistema hidráulico e motores de propulsão controlados por um computador no fundo da embarcação. Toda essa tecnologia permite à Shell perfurar poços com mais precisão.
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