ROG.e 2024

Shell discute na ROG.e 2024 a adoção de novas tecnologias para reduzir emissões de CO2

Mohamed Sidahmed, gerente de Tecnologia Digital da Shell Brasil, compartilhou soluções para reduzir a pegada de carbono em operações offshore.

Redação TN Petróleo/Assessoria Shell
25/09/2024 17:32
Shell discute na ROG.e 2024 a adoção de novas tecnologias para reduzir emissões de CO2 Imagem: Divulgação Visualizações: 3066

Na manhã desta quarta (25/09), a Shell participou da palestra "Novas Tecnologias para a redução da pegada de carbono na produção Offshore". O painel contou com a presença do gerente de Tecnologia Digital da Shell Brasil, Mohamed Sidahmed (foto), e participação de representantes de empresas de energia como Maíza Goulart, gerente-executiva do CENPES da Petrobras, Albert Ferrin, presidente da ExxonMobil Brasil e Jean-Philippe Melon, vice-presidente da TechnipFMC no país. O evento acontece no Boulevard Olímpico, localizado na zona portuária do Rio de Janeiro.

Os painelistas apresentaram as principais tecnologias que estão sendo utilizadas por suas empresas para reduzir a intensidade de carbono em suas operações cotidianas no offshore. Eles também abordaram os desafios que enfrentam para implementá-las, alguns deles ainda em processo de regulamentação no país.

Na palestra, eles apresentaram soluções como eletrificação de campos e frotas, layouts mais compactos de FPSOs, o uso da água do mar para resfriar turbinas de geração de energia e a presença de drones submarinos, satélites e sensores nos ativos como aliados para monitorar as operações. As empresas também consideram a combinação de fontes renováveis – eólica e solar, por exemplo – com o sistema elétrico para alimentar a energia consumida durante operações.

Durante o evento, Mohamed falou sobre a necessidade de a Inteligência Artificial estar integrada em todo o projeto. Ele deu o exemplo do OD OBN – nó sob demanda de fundo oceânico   equipamento de monitoramento sísmico de baixo custo para o pré-sal brasileiro que a Shell desenvolve em parceria. O   OD OBN é capaz de gravar e transmitir dados para veículos autônomos subaquáticos. O sistema reduz o uso de navios, emissões, e os dados auxiliam na gestão dos reservatórios e maximiza a eficiência.

 "Precisamos integrar a tecnologia de forma contínua no processo das operações cotidianas, sempre avaliando como será o horizonte a curto e médio prazo, refletindo sobre a redução das emissões. Pensar em uma tecnologia "inteligente" operando em diferentes estruturas, reduzindo custos operacionais. Robôs e drones submarinos coletando uma massa de dados, monitorando ativos, identificando desperdícios e rastreando as emissões e capturas", afirmou Mohamed Sidahmed.

Em comum, todos os painelistas concordaram que sem a parceria entre a academia, centros tecnológicos e empresas será muito difícil desenvolver soluções eficientes, a custos acessíveis e escaláveis.

Sobre a Shell Brasil - Há mais de 110 anos no país, a Shell é uma empresa de energia integrada com participação em Upstream, no Novo Mercado de Gás Natural, Trading, Pesquisa & Desenvolvimento e no Desenvolvimento de Energias Renováveis, com um negócio de comercialização no mercado livre e produtos ambientais, a Shell Energy Brasil. Aqui, a distribuição de combustíveis é gerenciada pela joint-venture Raízen, que recentemente adquiriu também o negócio de lubrificantes da Shell Brasil. A companhia trabalha para atender à crescente demanda por energia de forma econômica, ambiental e socialmente responsável, avaliando tendências e cenários para responder ao desafio do futuro da energia.  

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