Negócios

Setor de petróleo e gás teve recuperação no 2° semestre de 2011

Apesar do crescimento das transações no final de 2011, o acumulado do ano fechou com 29 transações realizadas, uma queda de quase 15% em relação ao ano passado quando foram feitos 34 negócios. Com isso, o segmento deixou a 5ª posição, passando para 9° lugar no ranking realizado com 42 set

Redação
18/01/2012 12:42
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Os negócios realizados no setor de petróleo e gás fecharam o segundo semestre de 2011 apresentando uma forte recuperação se compararmos com os primeiros seis meses do mesmo ano. De julho a dezembro, foram concretizadas 22 transações contra apenas sete feitas de janeiro a junho. Os dados constam em um levantamento realizado trimestralmente pela KPMG, que identifica as áreas que mais realizaram fusões e aquisições no Brasil.

Apesar do crescimento das transações no final de 2011, o acumulado do ano fechou com 29 transações realizadas, uma queda de quase 15% em relação ao ano passado quando foram feitos 34 negócios. Com isso, o segmento deixou a 5ª posição, passando para 9° lugar no ranking realizado com 42 setores.

Das 29 transações concretizadas no ano passado, a maioria foi feita entre empresas de capital brasileiro (10). Outros negócios realizados no período foram: seis entre empresas estrangeiras adquirindo, de brasileiros, empresa brasileira; outras seis entre brasileira comprando de estrangeiro empresa estrangeira estabelecida no exterior; quatro são de empresa brasileira adquirindo, de estrangeiros, empresa de capital estrangeiro estabelecida no país; e três são de estrangeira adquirindo, de estrangeiros, empresa de capital estrangeiro estabelecida no país.

Segundo o sócio da KPMG no Brasil, Paulo Guilherme Coimbra, a queda do número de transações em 2011 em relação a 2010 pode ter sido reflexo de dois fatores, "um deles é a indefinição do novo leilão dos blocos exploratórios pela Agência Nacional de Petróleo (ANP). O outro motivo foi a turbulência no mercado internacional. Esperamos que com a definição do marco regulatório no Brasil, haverá uma movimentação na cadeia de fornecedores”, acrescentou o executivo.
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