Mercado

Segunda semana do mês aponta superávit comercial de US$ 718 mi

No acumulado do ano, a balança está superavitária.

Agência Brasil
14/10/2013 16:58
Visualizações: 1408

 

A balança comercial brasileira registrou superávit (exportações maiores que importações) de US$ 718 milhões na segunda semana de outubro. O saldo positivo resultou de US$ 4,86 bilhões em exportações e US$ 4,14 bilhões em importações no período. No acumulado do ano, a balança está superavitária em US$ 964 milhões. Até o fim de setembro, a balança estava negativa em US$ 1,6 bilhão. Os dados foram divulgados hoje (14) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
A média diária das exportações na semana passada ficou em US$ 973,6 milhões. O número é 35,9% inferior ao registrado na primeira semana do mês, quando as vendas bateram recorde e atingiram US$ 1,5 bilhão em função da exportação de uma plataforma de petróleo. Na verdade, a plataforma não sairá do Brasil. Trata-se de um tipo de operação em que plataformas são adquiridas por subsidiárias da Petrobras no exterior por meio do Regime Aduaneiro Especial de Exportação e Importação de Bens Destinados à Produção e à Exploração de Petróleo e Gás (Repetro), que permite pagar menos impostos.
Graças ao impacto da operação com a plataforma de petróleo uma semana antes, a comercialização de manufaturados caiu 56,4% na segunda semana de outubro. Também contribuíram para o recuo o açúcar refinado, os veículos de carga, o etanol e os motores e geradores elétricos. A venda de produtos de menor valor agregado também sofreu queda, de 19,3%, em função de minério de ferro, petróleo bruto, grão de milho e algodão. Os semimanufaturados foram o único grupo a registrar aumento nas vendas na comparação semanal, de 31,3%. O aumento foi puxado por açúcar bruto, celulose, óleo de soja bruto e ouro semimanufaturado.
Do lado das importações, a média diária ficou em US$ 829,7 milhões, 21,5% inferior ao US$ 1 bilhão da primeira semana do mês. O recuo é explicado, principalmente, pela diminuição nas aquisições de combustíveis e lubrificantes, aparelhos eletroeletrônicos, adubos e fertilizantes e siderúrgicos.

A balança comercial brasileira registrou superávit (exportações maiores que importações) de US$ 718 milhões na segunda semana de outubro. O saldo positivo resultou de US$ 4,86 bilhões em exportações e US$ 4,14 bilhões em importações no período. No acumulado do ano, a balança está superavitária em US$ 964 milhões. Até o fim de setembro, a balança estava negativa em US$ 1,6 bilhão. Os dados foram divulgados hoje (14) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

A média diária das exportações na semana passada ficou em US$ 973,6 milhões. O número é 35,9% inferior ao registrado na primeira semana do mês, quando as vendas bateram recorde e atingiram US$ 1,5 bilhão em função da exportação de uma plataforma de petróleo. Na verdade, a plataforma não sairá do Brasil. Trata-se de um tipo de operação em que plataformas são adquiridas por subsidiárias da Petrobras no exterior por meio do Regime Aduaneiro Especial de Exportação e Importação de Bens Destinados à Produção e à Exploração de Petróleo e Gás (Repetro), que permite pagar menos impostos.

Graças ao impacto da operação com a plataforma de petróleo uma semana antes, a comercialização de manufaturados caiu 56,4% na segunda semana de outubro. Também contribuíram para o recuo o açúcar refinado, os veículos de carga, o etanol e os motores e geradores elétricos. A venda de produtos de menor valor agregado também sofreu queda, de 19,3%, em função de minério de ferro, petróleo bruto, grão de milho e algodão. Os semimanufaturados foram o único grupo a registrar aumento nas vendas na comparação semanal, de 31,3%. O aumento foi puxado por açúcar bruto, celulose, óleo de soja bruto e ouro semimanufaturado.

Do lado das importações, a média diária ficou em US$ 829,7 milhões, 21,5% inferior ao US$ 1 bilhão da primeira semana do mês. O recuo é explicado, principalmente, pela diminuição nas aquisições de combustíveis e lubrificantes, aparelhos eletroeletrônicos, adubos e fertilizantes e siderúrgicos.

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Segurança + IA
CTO da Oakmont é um dos representantes brasileiros no en...
29/09/26
Gás Natural
ANP realiza 2° Workshop para debater Gas Release
29/09/26
Sustentabilidade
Prêmio Firjan de Sustentabilidade: conheça as empresas e...
29/09/26
Etanol de milho
Produtores de etanol de cana investem em usinas híbridas...
29/09/26
ANP
Royalties: valores referentes à produção de julho foram ...
29/09/26
ROG.e 2026
Vencedor do RSE Award e destaque na ROG.e, o Programa de...
28/09/26
ROG.e 2026
Oil States destaca integração entre engenharia, fabricaç...
25/09/26
ROG.e 2026
Empresários do Norte Fluminense prospectam negócios na R...
25/09/26
ROG.e 2026
ANP participou de mais de 40 palestras em evento que reú...
25/09/26
ROG.e 2026
TBG debate integração do mercado de gás natural no Cone ...
25/09/26
ROG.e 2026
Sucesso! ROG.e 2026 fecha com 83 mil visitantes e injeçã...
25/09/26
ROG.e 2026
Expansão das fontes renováveis e mudanças no mercado abr...
25/09/26
ROG.e 2026
Presidente da Petrobras defende exploração ativa e prevê...
25/09/26
ROG.e 2026
Inovação tecnológica e dedicação à indústria marcam prem...
25/09/26
Petroquímica
Referência mundial em sustentabilidade, I’m green™ bio-b...
25/09/26
ROG.e 2026
Escassez de engenheiros preocupa setores estratégicos e ...
25/09/26
ROG.e 2026
Constellation é reconhecida pela Petrobras como a melhor...
25/09/26
ROG.e 2026
Na ROG.e 2026, Shell destaca parcerias, inovação e disci...
25/09/26
ROG.e 2026
Nikki Martin, presidente e CEO da EnerGeo Alliance falou...
25/09/26
ROG.e 2026
Porto do Açu e OceanPact assinam acordo para expansão de...
25/09/26
ROG.e 2026
Mayekawa apresenta soluções para óleo, gás e energia na ...
25/09/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.

25