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ValorOs consórcios Odebrecht/Andrade Gutierrez , Carioca/Queiroz Galvão, OAS/Camargo Corrêa e Delta/Oriente venceram a licitação para construção dos quatro novos trechos do arco rodoviário metropolitano do Rio de Janeiro, obra incluída no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal. Cada trecho será construído por um consórcio diferente.
O resultado foi divulgado ontem (24) com atraso de quase dois meses devido a questionamentos administrativos e judiciais de algumas das 35 empreiteiras concorrentes. A construção dos quatro trechos vai custar R$ 797 milhões para o valor máximo de R$ 928 milhões estipulado no edital de licitação. Do valor a ser pago para as empreiteiras, 75% será desembolsado pelo governo federal. O restante virá dos cofres do Estado do Rio.
Segundo o subsecretário executivo estadual de Obras do Rio, Hudson Braga, a previsão é de que as obras sejam iniciadas na primeira quinzena de maio, em cerimônia com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador do Rio, Sérgio Cabral. A estimativa é de que a arco fique pronto no primeiro semestre de 2010.
A obra ligará o município de Itaboraí, onde ficará o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), ao porto de Itaguaí, onde está em construção a Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA). O arco cortará diversos municípios da Baixada Fluminense e terá extensão de 119 quilômetros.
Os quatro novos trechos somam 71 quilômetros e se ligarão, em uma ponta, ao porto de Itaguaí, e na outra, à BR -116 (rodovia Rio-Teresópolis, sob concessão privada da CRT ) e à BR-493, rodovia a ser duplicada que contorna a Baía de Guanabara. O projeto do arco metropolitano inclui outros 26 quilômetros da BR-101 Sul, atualmente em duplicação, ligando a avenida Brasil a Itacuruçá, em direção ao porto de Itaguaí.
É uma obra que está há mais de 25 anos no papel. Vai gerar mais de 250 mil empregos e colocar o Rio numa nova concepção de logística para o setor de infra-estrutura, afirmou o subsecretário.
Até o momento, apenas R$ 100 milhões dos cerca de R$ 700 milhões previstos em desembolsos do governo federal foram empenhados. Temos todas as garantias da ministra Dilma [Dilma Rousseff, ministra-chefe da Casa Civil] e do presidente Lula de que não faltarão recursos para as obras do PAC no Rio, disse Braga.
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