Energia Elétrica

Raízen lança nova marca dedicada à energia

Redação TN Petróleo/Assessoria
10/05/2023 07:14
Raízen lança nova marca dedicada à energia Imagem: Divulgação Visualizações: 2499

Com a diversificação do seu portfólio de negócios e crescimento no mercado de renováveis, a Raízen, referência global em biocombustíveis e bioenergia, acaba de lançar uma nova marca 100% dedicada à energia elétrica. Intitulada Raízen Power, a criação da marca faz parte de uma estratégia da companhia que reforça seu protagonismo na transição energética, sendo reconhecida como uma one stop shop em soluções de energia renovável, e busca promover maior aproximação com o cliente.

Sem se desassociar da essência original da empresa, a logomarca Raízen Power (que significa a transformação da eletricidade em energia) traz consigo uma combinação de sustentabilidade e eletricidade, resumidas no ícone de uma folha verde e roxa estilizada com um raio, ressaltando o alinhamento da companhia com os valores ESG, especialmente com o meio ambiente.

"Estamos muito contentes em lançar nossa nova marca e preparados para atender todo perfil de consumidor a partir da simplificação da oferta, entregando a melhor experiência possível para os nossos clientes, desde o segmento residencial até eletrointensivos. Este é um projeto pensado para equilibrar o futuro com o presente, com foco no desenvolvimento sustentável e na transição energética do país", afirma Frederico Saliba, vice-presidente de Power da Raízen, responsável pelas iniciativas da marca Raízen Power.

A construção da nova marca, que conta com uma comunicação e identidade próprias, é fruto de uma parceria com a Greenz, aceleradora de negócios responsável pelo atendimento da VP de Power da Raízen desde 2022. A agência realizou os estudos e análises de mercado que serviram de base para a companhia decidir pela criação da nova unidade, bem como o seu conceito, estratégia de posicionamento e identidade visual.

"O mercado de energia está passando por uma grande transformação. Após as análises, feitas em conjunto — cliente e agência — entendemos que seria importante criar um destaque para a unidade de negócios, sem abrir mão dos atributos e do legado já construído pela companhia. Assim, nasceu a Raízen Power, uma solução completa em energia renovável, com identidade e tom de voz próprios, pensados para facilitar o relacionamento e compreensão do público-alvo", explica Fábio Meneghati, CEO da Greenz.

O lançamento da marca Raízen Power se dá em meio a projeções positivas para abertura de mercado e a expectativa de avanço em projetos de lei no setor. Em 2022, o Ministério de Minas e Energia (MME) publicou uma portaria que permite a migração de todos os consumidores de alta tensão para o Ambiente de Contratação Livre (ACL) a partir de 2024 e estimou que mais de 100 mil unidades de consumo estão aptas à transição. Além disso, há ainda a proposta para a abertura do mercado aos consumidores de baixa tensão, em tramitação no Congresso que, se aprovada, disponibilizará mais de 89 milhões de contas.

Hoje a Raízen está entre as 5 maiores comercializadoras de energia elétrica do País em volume, com mais de 24 mil clientes, sendo estratégica em um mercado onde 81% dos brasileiros gostariam de escolher o seu fornecedor de energia e 90% desejam gerar a própria energia, segundo dados da Abraceel.

Só em geração distribuída, a companhia possui 31 plantas em operação no País, e 35 plantas em construção. A Raízen Power se destaca como uma marca que possui atuação nacional com foco no desenvolvimento de soluções para todos os perfis e tamanhos de clientes.

Criação da VP e aposta da Raízen em energia

A história da Raízen começou em 2011 com a junção de parte dos negócios dos seus acionistas (Shell e Cosan), que uniram a distribuição de combustíveis e varejo com a produção de açúcaretanol e bioenergia. De lá para cá, a companhia aumentou significativamente a oferta de produtos sustentáveis para o mercado, incluindo no seu portfólio o etanol de segunda geração (E2G), o biogás, biometano e energia proveniente da fonte solar, da biomassa, pequenas hidrelétricas e aterros urbanos.

A aposta da companhia na área de energia elétrica ganhou espaço, a princípio, pela necessidade da Raízen de abastecer suas unidades industriais e postos licenciados com uma energia mais limpa e econômica e, depois, da necessidade de vender o excedente gerado para o Sistema Interligado Nacional (SIN). Em 2018, essa atuação se expandiu com a aquisição de 70% dos negócios da comercializadora WX Energy e posteriormente, em 2020, a vice-presidência de Energia e Renováveis - agora chamada de VP de Power - foi criada, com a chegada de Frederico Saliba, que até então havia atuado por mais de 20 anos na Shell.

Com a ampliação do seu portfólio, atuação no mercado livre, comercialização de certificados de energia renovável (IREC-S) e consolidação como player de destaque no mercado nacional de geração distribuída por meio de sua Joint Venture com o Grupo Gera, hoje a Raízen é uma referência no setor elétrico. A empresa segue investindo em novas soluções e negócios disruptivos, especialmente por meio de suas startups e investidas, que hoje atuam conjuntamente no ecossistema Power. É o caso da Holu, Diel, Tyr e Tupinambá Energia.

Além disso, desde o início de 2022, a companhia vem apostando no avanço da eletromobilidade em âmbito nacional por meio do programa Shell Recharge, sendo uma das principais referências em infraestrutura de recarga rápida para veículos elétricos no Brasil. Com estações de carregamento espalhadas pelos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina, a Raízen também planeja a entrada em novas regiões em breve, sendo que a próxima será no subsistema Centro-Oeste.

"Com um plano de expansão bem estruturado, tendo nas soluções renováveis cada vez mais uma fonte de diversificação dos negócios, temos o objetivo de atingir milhares de novos clientes e dar apoio aos nossos parceiros no processo de descarbonização dos seus negócios. A partir da nossa nova marca, estamos cada vez mais comprometidos em atuar estrategicamente por meio da melhor eficiência, custo e sustentabilidade para o mercado", complementa Saliba.

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