Petróleo e Gás

Produção de petróleo aumenta 4,1% em setembro

Totalizando aproximadamente 2,094 milhões de barris por dia (bbl/d).

Revista TN Petróleo/ Ascom ANP
05/11/2013 17:49
Produção de petróleo aumenta 4,1% em setembro Imagem: Cidade de Itajaí/ Steferson Faria Visualizações: 1044

 

A a produção de petróleo no Brasil foi de aproximadamente 2,094 milhões de barris por dia (bbl/d), um aumento de em torno 4,1% em relação a agosto e de 8,9% na comparação com o mesmo mês em 2012. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (5) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). http://www.anp.gov.br/?pg=68209&
Segundo a agência reguladora, a produção de gás natural também cresceu. Foram 78,1 milhões de metros cúbicos por dia (m³/d), um incremento de aproximadamente 8,9% frente ao mesmo mês em 2012 e de 1,5% se comparada ao mês anterior.
A produção de petróleo e gás natural em setembro totalizou em torno de 2,585 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boe/d). Ao todo 312 concessões operadas por 25 empresas foram responsáveis pela produção nacional. Destas, 79 são concessões marítimas e 233 terrestres.
Pré-sal
A produção do pré-sal também aumentou, chegando a 328,1 mil bbl/d de petróleo e 11,1 milhão m³/d de gás natural, totalizando 397,7 mil barris de óleo equivalente por dia (boe/d). O incremento representa 8,8% em relação ao mês de agosto.
A produção foi oriunda de 25 poços: 6BRSA631DBESS, 7BAZ2ESS, 7BAZ4ESS e 7BAZ6ESS (Baleia Azul), 6BRSA806RJS (Caratinga e Barracuda), 6BRSA639ESS, 7BFR6ESS e 7JUB34HESS (Jubarte), 7LI0017DRJS, 3RJS0168RJ e 4RJS0156RJ (Linguado), 3BRSA496RJS, 9BRSA716RJS, 9BRSA908DRJS, 7LL3DRJS e 7LL11RJS (Lula), 6BRSA770DRJS (Marlim e Voador), 6BRSA817RJS, 3BRSA1054DRJS e 3BRSA1017DRJS (Marlim Leste), 3RJS0159RJ e 7PM0017DRJS (Pampo), 7PRB1ESS (Pirambu), 1BRSA594SPS (Sapinhoá) e 4RJS0265ARJ (Trilha).
Queima de gás
A queima de gás natural foi de cerca de 2,7 milhões de m³/d, uma redução de aproximadamente 40,1% na queima de gás natural se comparada ao mesmo mês em 2012 e de 16,8% na queima de gás natural se comparada a agosto.
Esta é a menor queima de gás natural realizada desde maio de 2000, quando foram queimados cerca de 1,9 milhões de m³/d. O aproveitamento de gás natural no mês foi de 96,5%.
De acordo com a ANP, este foi o melhor percentual de aproveitamento de gás desde abril de 2000, quando 96,8% do gás natural produzido foram aproveitados e a queima de gás representou apenas 3,2%.
Campos produtores
O campo de Marlim Sul, na Bacia de Campos, foi o de maior produção de petróleo, com uma média de 284,1 mil bbl/d. O campo de Manati, na Bacia de Camamu, foi o maior produtor de gás natural, com uma média de 6,4 milhões de m³/d.
A produção de petróleo e gás natural no Brasil foi oriunda de 8.985 poços, sendo 777 marítimos e 8.208 terrestres. O campo com o maior número de poços produtores foi Canto do Amaro, bacia de Potiguar, com 1.109 poços.
Em torno de 92,4% da produção de petróleo e gás natural foram provenientes de campos operados pela Petrobras. Foram extraídos de campos marítimos 91,7% da produção de petróleo e 74,0% da produção de gás natural. A plataforma P-56, localizada no campo de Marlim Sul, produziu, através de oito poços a ela interligados, em torno de 148,2 mil boe/d e foi a unidade com maior produção.
Os campos cujos contratos são de acumulações marginais produziram um total de 92,0 bbl/d de petróleo e 1,9 mil m³/d de gás natural. Dentre esses campos, o de Tigre, operado pela Severo Villares, foi o maior produtor de petróleo e gás natural, com 28,5 boe/d. A produção procedente das bacias maduras terrestres (campos/TLDs das bacias do Espírito Santo, Potiguar, Recôncavo, Sergipe e Alagoas) foi de 176,9 mil boe/d, sendo 145,1 mil bbl/d de petróleo e 5,0 milhões m³/d de gás natural. Desse total, 4,1 mil boe/d foram produzidos por concessões não operadas pela Petrobras, sendo 387 boe/d no Estado de Alagoas, 1.833 boe/d na Bahia, 20 boe/d no Espírito Santo, 1.577 boe/d no Rio Grande do Norte e 286 boe/d em Sergipe.
O grau API médio do petróleo produzido no mês foi de aproximadamente 24,5°, sendo que 10,0% da produção são considerados óleo leve (>=31°API), 62,5% é óleo médio (>=22°API e <31°API) e 27,5% é óleo pesado (<22°API), de acordo com a classificação da Portaria ANP nº 09/2000.

A a produção de petróleo no Brasil foi de aproximadamente 2,094 milhões de barris por dia (bbl/d), um aumento de em torno 4,1% em relação a agosto e de 8,9% na comparação com o mesmo mês em 2012. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (5) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Segundo a agência reguladora, a produção de gás natural também cresceu. Foram 78,1 milhões de metros cúbicos por dia (m³/d), um incremento de aproximadamente 8,9% frente ao mesmo mês em 2012 e de 1,5% se comparada ao mês anterior.

A produção de petróleo e gás natural em setembro totalizou em torno de 2,585 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boe/d). Ao todo 312 concessões operadas por 25 empresas foram responsáveis pela produção nacional. Destas, 79 são concessões marítimas e 233 terrestres.


Pré-sal

A produção do pré-sal também aumentou, chegando a 328,1 mil bbl/d de petróleo e 11,1 milhão m³/d de gás natural, totalizando 397,7 mil barris de óleo equivalente por dia (boe/d). O incremento representa 8,8% em relação ao mês de agosto.

A produção foi oriunda de 25 poços: 6BRSA631DBESS, 7BAZ2ESS, 7BAZ4ESS e 7BAZ6ESS (Baleia Azul), 6BRSA806RJS (Caratinga e Barracuda), 6BRSA639ESS, 7BFR6ESS e 7JUB34HESS (Jubarte), 7LI0017DRJS, 3RJS0168RJ e 4RJS0156RJ (Linguado), 3BRSA496RJS, 9BRSA716RJS, 9BRSA908DRJS, 7LL3DRJS e 7LL11RJS (Lula), 6BRSA770DRJS (Marlim e Voador), 6BRSA817RJS, 3BRSA1054DRJS e 3BRSA1017DRJS (Marlim Leste), 3RJS0159RJ e 7PM0017DRJS (Pampo), 7PRB1ESS (Pirambu), 1BRSA594SPS (Sapinhoá) e 4RJS0265ARJ (Trilha).


Queima de gás

A queima de gás natural foi de cerca de 2,7 milhões de m³/d, uma redução de aproximadamente 40,1% na queima de gás natural se comparada ao mesmo mês em 2012 e de 16,8% na queima de gás natural se comparada a agosto.

Esta é a menor queima de gás natural realizada desde maio de 2000, quando foram queimados cerca de 1,9 milhões de m³/d. O aproveitamento de gás natural no mês foi de 96,5%.

De acordo com a ANP, este foi o melhor percentual de aproveitamento de gás desde abril de 2000, quando 96,8% do gás natural produzido foram aproveitados e a queima de gás representou apenas 3,2%.


Campos produtores

O campo de Marlim Sul, na Bacia de Campos, foi o de maior produção de petróleo, com uma média de 284,1 mil bbl/d. O campo de Manati, na Bacia de Camamu, foi o maior produtor de gás natural, com uma média de 6,4 milhões de m³/d.

A produção de petróleo e gás natural no Brasil foi oriunda de 8.985 poços, sendo 777 marítimos e 8.208 terrestres. O campo com o maior número de poços produtores foi Canto do Amaro, bacia de Potiguar, com 1.109 poços.

Em torno de 92,4% da produção de petróleo e gás natural foram provenientes de campos operados pela Petrobras. Foram extraídos de campos marítimos 91,7% da produção de petróleo e 74,0% da produção de gás natural. A plataforma P-56, localizada no campo de Marlim Sul, produziu, através de oito poços a ela interligados, em torno de 148,2 mil boe/d e foi a unidade com maior produção.

Os campos cujos contratos são de acumulações marginais produziram um total de 92,0 bbl/d de petróleo e 1,9 mil m³/d de gás natural. Dentre esses campos, o de Tigre, operado pela Severo Villares, foi o maior produtor de petróleo e gás natural, com 28,5 boe/d. A produção procedente das bacias maduras terrestres (campos/TLDs das bacias do Espírito Santo, Potiguar, Recôncavo, Sergipe e Alagoas) foi de 176,9 mil boe/d, sendo 145,1 mil bbl/d de petróleo e 5,0 milhões m³/d de gás natural. Desse total, 4,1 mil boe/d foram produzidos por concessões não operadas pela Petrobras, sendo 387 boe/d no Estado de Alagoas, 1.833 boe/d na Bahia, 20 boe/d no Espírito Santo, 1.577 boe/d no Rio Grande do Norte e 286 boe/d em Sergipe.

O grau API médio do petróleo produzido no mês foi de aproximadamente 24,5°, sendo que 10,0% da produção são considerados óleo leve (>=31°API), 62,5% é óleo médio (>=22°API e <31°API) e 27,5% é óleo pesado (<22°API), de acordo com a classificação da Portaria ANP nº 09/2000.

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