Biocombustíveis

Produção comercial de etanol de segunda geração tem meta para 2015

Tecnologia já é realidade.

Agência Petrobras
21/03/2013 09:47
Produção comercial de etanol de segunda geração tem meta para 2015 Imagem: Gerente de Gestão Tecnológica da Petrobras Biocombustíveis, João Noschang Visualizações: 1437

 

A Petrobras Biocombustível trabalha para otimizar cada vez mais a produção de etanol de segunda geração e cumprir a meta de produção comercial a partir de 2015. A afirmação é do gerente de Gestão Tecnológica da companhia, João Norberto Noschang Neto, na manhã de quarta-feira (20), durante a 9ª edição do Sugar & Ethanol Brazil 2013, em São Paulo. O executivo integrou o painel "Avaliação de Modelos de Negócios e Tecnologias para a Produção de Etanol de Segunda Geração a Custos Competitivos".
O gerente destacou que a tecnologia do etanol de segunda geração, feito a partir do bagaço de cana, já é uma realidade. “O projeto está em fase de detalhamento de engenharia. Estamos certos de que esse novo produto estará disponível para abastecer o mercado nacional de biocombustíveis”. O diferencial desta nova geração de combustíveis renováveis é o aproveitamento de bagaço de cana que permite um aumento em 40% da produção de etanol na mesma área de plantio de cana. Noschang explicou ainda que a unidade está sendo projetada para ter uma produção mais eficiente e com preço competitivos.
As pesquisas da tecnologia do etanol de segunda geração iniciaram em 2004 no Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes) e avançaram ao longo dos anos. No ano passado, a Petrobras movimentou 40 minivans durante a Rio+20, transportando 8 mil conferencistas, e recebeu o Prêmio Brasil Ambiental 2012 na categoria "Inovação".
Também participaram do painel: Alan Hiltner, vice-presidente executivo da GraalBio; Artur Yabe Milanez, gerente do Departamento de Biocombustíveis do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); Jaime Finguerut, gerente de Desenvolvimento Estratégico Industrial do Centro de Tecnologia Canavieira (CTC); Laércio de Sequeira, secretário técnico de energia e biocombustíveis da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e Markus Rarbach, Head of Start-up Business Project Biofuels & Derivatives Clariant - Biotech & Renewables Center.

A Petrobras Biocombustível trabalha para otimizar cada vez mais a produção de etanol de segunda geração e cumprir a meta de produção comercial a partir de 2015. A afirmação é do gerente de Gestão Tecnológica da companhia, João Norberto Noschang Neto, na manhã de quarta-feira (20), durante a 9ª edição do Sugar & Ethanol Brazil 2013, em São Paulo. O executivo integrou o painel "Avaliação de Modelos de Negócios e Tecnologias para a Produção de Etanol de Segunda Geração a Custos Competitivos".


O gerente destacou que a tecnologia do etanol de segunda geração, feito a partir do bagaço de cana, já é uma realidade. “O projeto está em fase de detalhamento de engenharia. Estamos certos de que esse novo produto estará disponível para abastecer o mercado nacional de biocombustíveis”. O diferencial desta nova geração de combustíveis renováveis é o aproveitamento de bagaço de cana que permite um aumento em 40% da produção de etanol na mesma área de plantio de cana. Noschang explicou ainda que a unidade está sendo projetada para ter uma produção mais eficiente e com preço competitivos.


As pesquisas da tecnologia do etanol de segunda geração iniciaram em 2004 no Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes) e avançaram ao longo dos anos. No ano passado, a Petrobras movimentou 40 minivans durante a Rio+20, transportando 8 mil conferencistas, e recebeu o Prêmio Brasil Ambiental 2012 na categoria "Inovação".


Também participaram do painel: Alan Hiltner, vice-presidente executivo da GraalBio; Artur Yabe Milanez, gerente do Departamento de Biocombustíveis do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); Jaime Finguerut, gerente de Desenvolvimento Estratégico Industrial do Centro de Tecnologia Canavieira (CTC); Laércio de Sequeira, secretário técnico de energia e biocombustíveis da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e Markus Rarbach, Head of Start-up Business Project Biofuels & Derivatives Clariant - Biotech & Renewables Center.

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