Combustíveis

Preço da gasolina amplia queda e tem mínima de 16 meses no país, aponta ANP

Reuters, 25/04/2017
25/04/2017 08:48
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O preço médio da gasolina vendida nos postos do Brasil caiu na semana passada para seu menor nível em um ano e quatro meses, enquanto o etanol e o diesel também recuaram, apontaram dados publicados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), nesta segunda-feira.

O preço médio da gasolina caiu 0,3 por centro, na semana encerrada em 22 de abril ante a semana anterior, para 3,629 reais por litro. É o menor patamar desde a semana encerrada em 19 de dezembro de 2015, quando o combustível fóssil foi vendido a 3,628 reais por litro.

A queda nos preços dos combustíveis ocorre em meio a uma fraqueza no consumo no Brasil, diante da crise econômica, e também por conta de uma nova política da Petrobras, de reajustes mais frequentes, que resultaram uma queda acumulada das cotações nas refinarias nos últimos meses.

Já o etanol hidratado, concorrente da gasolina nas bombas, no mesmo período, caiu 0,9 por cento na semana passada, para 2,629 reais por litro, segundo a ANP. O preço do diesel na bomba, por sua vez, caiu 0,1 por cento para 3,015 reais por litro.

Em um momento de queda nos preços nas bombas, a Petrobras decidiu na última quinta-feira aumentar o valor do diesel nas refinarias em 4,3 por cento e o da gasolina em 2,2 por cento, em média, a partir da sexta-feira passada.

Segundo a Petrobras, a decisão foi devido principalmente a elevação dos preços dos derivados nos mercados internacionais, além de ajustes na competitividade da empresa no mercado interno.

O reajuste mais frequente dos preços dos combustíveis pela Petrobras foi adotado desde que a empresa anunciou em outubro de 2016 sua nova política de preços, que prevê que os valores permaneçam com uma margem positiva em relação à paridade internacional.

A revisão de preços acontece pelo menos uma vez a cada 30 dias.

Desde que a nova política foi posta em prática, a Petrobras elevou os valores da gasolina em duas oportunidades, manteve os preços em outras duas e reduziu as cotações em quatro vezes.

No acumulado desde outubro, a gasolina teve queda acumulada nas refinarias de 3,3 por cento, segundo cálculos da Reuters. No caso do diesel, houve três altas, uma manutenção e quatro reduções, com queda desde outubro de cerca de 4,5 por cento.

 

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