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Possível empréstimo do BNDES para a MMX fica para 2014

Valor é de R$ 3 bilhões.

Valor Online
30/04/2013 16:32
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O presidente da MMX, Carlos Gonzalez, disse que a empresa vem conversando com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) sobre o empréstimo de R$ 3 bilhões para o projeto de Serra Azul. As discussões incluem o atraso no licenciamento do projeto. A empresa deverá acessar o crédito bilionário do BNDES só depois de garantir o licenciamento que ainda falta para o projeto de minério de ferro em Minas Gerais.
Gonzalez afirmou que a empresa trabalha agora com a expectativa de obter em dezembro - e não mais em agosto, como previra antes - o licenciamento ambiental da barragem de rejeitos do projeto.
Enquanto aguarda a licença ambiental, a MMX está em processo de revisão de seu plano de negócios pensando na preservação do caixa da companhia, que encerrou o primeiro trimestre em R$ 1,2 bilhão. O executivo afirmou que a MMX tem uma empresa contratada para ajudá-la neste processo. A expectativa é que a revisão do plano possa estar concluída em meados deste ano, quando o conselho de administração da MMX deverá aprová-lo.
Gonzalez reconheceu que a revisão do plano levará a um atraso de um ano no desenvolvimento do negócio da empresa.
O executivo afirmou que a MMX tentará compensar a falta de receita decorrente do atraso em Serra Azul com possíveis discussões relacionadas aos projetos de Pau de Vinho, arrendado da Usiminas, e de Bom Sucesso, que podem gerar pequenas produções em mais curto prazo e não precisam de licenciamento e de investimentos arrojados, disse Gonzalez.
O projeto de expansão de Serra Azul, cujo cronograma deve se estender para além de 2015, é hoje o principal projeto da MMX. A empresa também está concentrada em entregar o porto do Sudeste, na Região Metropolitana do Rio.

O presidente da MMX, Carlos Gonzalez, disse que a empresa vem conversando com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) sobre o empréstimo de R$ 3 bilhões para o projeto de Serra Azul. As discussões incluem o atraso no licenciamento do projeto. A empresa deverá acessar o crédito bilionário do BNDES só depois de garantir o licenciamento que ainda falta para o projeto de minério de ferro em Minas Gerais.


Gonzalez afirmou que a empresa trabalha agora com a expectativa de obter em dezembro - e não mais em agosto, como previra antes - o licenciamento ambiental da barragem de rejeitos do projeto.


Enquanto aguarda a licença ambiental, a MMX está em processo de revisão de seu plano de negócios pensando na preservação do caixa da companhia, que encerrou o primeiro trimestre em R$ 1,2 bilhão. O executivo afirmou que a MMX tem uma empresa contratada para ajudá-la neste processo. A expectativa é que a revisão do plano possa estar concluída em meados deste ano, quando o conselho de administração da MMX deverá aprová-lo.


Gonzalez reconheceu que a revisão do plano levará a um atraso de um ano no desenvolvimento do negócio da empresa.


O executivo afirmou que a MMX tentará compensar a falta de receita decorrente do atraso em Serra Azul com possíveis discussões relacionadas aos projetos de Pau de Vinho, arrendado da Usiminas, e de Bom Sucesso, que podem gerar pequenas produções em mais curto prazo e não precisam de licenciamento e de investimentos arrojados, disse Gonzalez.


O projeto de expansão de Serra Azul, cujo cronograma deve se estender para além de 2015, é hoje o principal projeto da MMX. A empresa também está concentrada em entregar o porto do Sudeste, na Região Metropolitana do Rio.

 

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