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Porto do Açu investe em gestão hídrica para impulsionar desenvolvimento regional

Complexo repôs à Bacia Hidrográfica do Baixo Paraíba do Sul um volume 55% superior ao captado, equivalente ao consumo de uma cidade de 43 mil habitantes.

Redação TN Petróleo/Assessoria Porto do Açu
09/07/2026 12:55
Porto do Açu investe em gestão hídrica para impulsionar desenvolvimento regional Imagem: Divulgação Porto do Açu Visualizações: 66

Estudo realizado por consultoria internacional Waterplan comprovou que o Porto do Açu, localizado em São João da Barra, no norte do estado do Rio de Janeiro, devolve à Bacia Hidrográfica do Baixo Paraíba do Sul um volume de água doce superior ao que capta. Em 2024, o complexo utilizou 1,75 milhão de metros cúbicos de água e repôs 2,73 milhões de metros cúbicos à bacia, um volume 55% acima do captado e equivalente ao consumo anual de uma cidade de aproximadamente 43 mil habitantes. O abastecimento do complexo ocorre por infraestrutura própria e não compete com a infraestrutura pública e o consumo da região.

A reposição hídrica é resultado de um conjunto de iniciativas, entre as quais se destacam a preservação de áreas protegidas na Reserva Caruara, a conservação da Lagoa de Iquipari e o sistema de macrodrenagem inteligente implantado no complexo, que favorece a infiltração da água no solo e o abastecimento natural dos aquíferos. O Açu adota medidas preventivas para garantir a disponibilidade de água no longo prazo e preparar sua infraestrutura para receber novos investimentos ligados à transição energética e à economia de baixo carbono. Hoje, mais de 70% da água utilizada pelo empreendimento provém de fontes alternativas, e esse percentual deve alcançar 90% até 2030.

"Nosso compromisso vai além da eficiência operacional. Nosso objetivo é gerar valor para a sociedade enquanto ampliamos as oportunidades de crescimento e preparamos a região para receber novos investimentos e gerar empregos", afirma Gustavo Vianna, gerente geral de Sustentabilidade do Porto do Açu.

A Reserva Caruara é uma das principais formas pelas quais o Porto do Açu transforma sua Ambição 2050 em resultados concretos para a natureza e para as pessoas. Desde 2012, a reserva protege uma área de 4.000 hectares de restinga e promove a conservação da biodiversidade deste importante ecossistema costeiro. Com mais de R$ 50 milhões investidos desde a sua criação, o espaço conta hoje com 80 funcionários diretos, sendo 100% de mão de obra local. Mais do que um espaço de preservação, a Reserva Caruara consolidou-se hoje como um ativo natural, uma plataforma de impacto e uma unidade de negócios do complexo.

"Não se trata apenas de uma área protegida, mas também um ativo estratégico do território e uma unidade de negócios voltada a ampliar o impacto positivo do Porto", explica Caio Cunha, gerente de Relações Portuárias e da Reserva Caruara.

Esse resultado materializa a Ambição 2050 do Porto do Açu, que orienta o crescimento sustentável do complexo, conectando a empresa aos desafios climáticos globais, sociais e econômicos. O Porto também aderiu aos movimentos Ambição Net Zero e +Água, do Pacto Global da ONU – Rede Brasil, compromissos que consolidam metas de descarbonização, gestão hídrica responsável, preservação ambiental e desenvolvimento social.

O complexo desempenha, ainda, um importante papel como agente de desenvolvimento socioeconômico da região. Atualmente, são 30 empresas instaladas, 89 milhões de toneladas movimentadas em 2025 e mais de 7.600 empregos diretos, sendo 75% da mão de obra proveniente da região, o que reforça o compromisso com a geração de emprego, renda e qualificação local. Além disso, o Porto registrou um aumento de 23% no número de fornecedores locais e mais de 51 mil pessoas beneficiadas por iniciativas da Agenda Social.

"Acreditamos que o desenvolvimento só faz sentido quando gera valor compartilhado. Por isso, investimos na qualificação de profissionais, no fortalecimento de fornecedores locais, no empreendedorismo, na inovação e no diálogo com as comunidades. Queremos que o crescimento do complexo se traduza em um legado positivo para as próximas gerações", completa Gustavo Vianna.

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