<P>Uma das etapas para a reabertura do Porto de Niterói foi concluída nesta semana. O armazém 3 - galpão construído em 1921 com 1.742 metros quadrados - teve a sua demolição concluída na semana passada. Os entulhos já começaram a ser retirados e serão reaproveitados pela empresa...
O FluminenseUma das etapas para a reabertura do Porto de Niterói foi concluída nesta semana. O armazém 3 - galpão construído em 1921 com 1.742 metros quadrados - teve a sua demolição concluída na semana passada. Os entulhos já começaram a ser retirados e serão reaproveitados pela empresa responsável por toda a limpeza do local. De acordo com Matheus Vilela, gerente comercial da Nit Log (empresa que administra a zona portuária da cidade), os detritos serão moídos e o resultado, reutilizado em construções.
Nada se perde nos dias de hoje. Esse material que está sendo retirado daqui é de grande qualidade e, deve ser reaproveitado. Vilela não sabe precisar quantas toneladas de entulho estão sendo retiradas, mas garante que até o fim desta semana o espaço já estará livre para a continuidade do projeto. O gerente explica que as alterações na planta do Porto foram necessárias para que a área ganhe mais espaço no chamado ponto de trânsito, onde ocorre o embarque e desembarque de mercadorias. O armazém não se enquadrava mais nas especificações das atividades por causa das suas dimensões.
O galpão se localizava muito próximo ao cais. Além disso, ele era baixo, o que impedia o recebimento de mercadorias que não coubessem nas especificações dele, esclarece. Ainda não há data prevista para a reabertura do Porto de Niterói, mas Vilela garante que até o fim do ano a reforma estará concluída. A demolição do armazém foi a parte mais desgastante, pois foi preciso de muito estudo para que não afetasse as demais estruturas, afirma.
Com as alterações a NitLog espera que, até o fim de 2007, o Porto possa ter de um a dois contratos com empresas estrangeiras para que haja atracação constante no local. O que existe hoje são acordos momentâneos, onde as embarcações contratam o desembarque quando chegam ao destino. Não temos como programar aumento em capital. O nosso objetivo é o fechamento desses contratos internacionais. Estamos trabalhando para que essa meta seja alcançada, esclarece.
Novidade
Já faz parte do cenário do Porto um novo guindaste, único em todo o Estado do Rio de Janeiro. De fabricação norte-americana, o novo equipamento custou US$ 1,4 milhão e suporta içar até 200 toneladas. A nova aquisição vem trazer mais agilidade e estrutura para a nova fase.
Como sempre, estamos preparados para o crescimento que esperamos ter. O investimento no guindaste foi perfeito porque se enquadra nos nossos planos, diz Vilela garantindo a utilização do equipamento para as operações de offshore embarque e desembarque de cargas internacionais.
Fonte: O Fluminense (Gabriel Felice)
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