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Petrobras apresenta etapas do Programa de Otimização de Custos

Estatal pretende economizar até US$ 15 bi por ano.

Redação
18/10/2012 15:37
Visualizações: 578

 

A Petrobras anunciou nesta quinta-feira (18) que a implementação do Programa de Otimização de Custos Operacionais (Procop), um dos programas estruturantes do Plano de Negócios e Gestão 2012-2016, será dividida em três fases - com inicio em junho deste ano, e conclusão em dezembro de 2013. A intenção da estatal é cortar custos e economizar até US$ 15 bi por ano.
A presidente da companhia, Graça Foster, apresentou o programa para todos os diretores e presidentes da Transpetro, Sergio Machado, da Petrobras Distribuidora, Jose Lima de Andrade Netto, e da Petrobras Biocombustível, Miguel Rossetto. Ela explicou que as ações do Procop visam alcançar três objetivos principais: no plano financeiro, aumentar a geração de caixa no horizonte do PNG 2012-2016; no plano operacional, aumentar a produtividade de suas atividades a partir de benchmarks internos e externos; e no plano organizacional, reforçar modelo de gestão voltado para a eficiência em custos.
A primeira fase do estudo identificou gastos gerenciáveis de R$ 63 bilhões, de um total de R$ 199 bilhões que constituem a base de custos do produto vendido e despesas operacionais da companhia em 2011. Ela foi concluída em agosto, e teve como objetivo “formar uma visão preliminar das áreas de foco e o potencial de otimização”. A segunda fase está em andamento e as oportunidades de otimização de custos de cada macro processo operacional estão sendo detalhadas e quantificadas, com o objetivo de confirmar o potencial qualificado e quantificado na fase inicial. A expectativa é que a segunda fase termine em novembro de 2012.
Já a terceira fase deve ser concluída em dezembro e visa consolidar o plano de implementação, uma vez que terá o potencial confirmado e traduzido em metas claras. As metas do Procop devem ser divulgadas em dezembro deste ano, e a implementação das iniciativas identificadas, em janeiro de 2013.
A parcela identificada pela petrolífera exclui os custos de compra de matéria-prima e derivados, participações governamentais e despesas de depreciação, depleção (esgotamento natural dos poços) e amortização. A base de gastos gerenciáveis de R$ 63 bilhões foi mapeada em mais de 20 processos, divididos nos grupos operacional, de gestão e suporte.
O grupo operacional representa 87% dos gastos gerenciáveis e diz respeito a processos de produção de petróleo e gás natural, refino, logística de petróleo e derivados, logística de gás natural, geração de energia elétrica, produção de fertilizantes e comercialização. O grupo de gestão fica com 6% e é relativo aos processos da área corporativa de gestão, enquanto o grupo de suporte representa 7% e diz respeito aos processos de suporte às operações.
Como resultado das análises realizadas, foram identificadas 28 oportunidades de otimização com potencial de redução de custos relevante ao longo dos próximos anos. Essas oportunidades se basearam em comparações entre o desempenho de cada ativo com outros similares e mais eficientes atualmente em operação na empresa e/ou na indústria.

A Petrobras anunciou nesta quinta-feira (18) que a implementação do Programa de Otimização de Custos Operacionais (Procop), um dos programas estruturantes do Plano de Negócios e Gestão 2012-2016, será dividida em três fases - com inicio em junho deste ano, e conclusão em dezembro de 2013. A intenção da estatal é cortar custos e economizar até US$ 15 bilhões por ano.


A presidente da companhia, Graça Foster, apresentou o programa para todos os diretores e presidentes da Transpetro, Sergio Machado, da Petrobras Distribuidora, Jose Lima de Andrade Netto, e da Petrobras Biocombustível, Miguel Rossetto. Ela explicou que as ações do Procop visam alcançar três objetivos principais: no plano financeiro, aumentar a geração de caixa no horizonte do PNG 2012-2016; no plano operacional, aumentar a produtividade de suas atividades a partir de benchmarks internos e externos; e no plano organizacional, reforçar modelo de gestão voltado para a eficiência em custos.


A primeira fase do estudo identificou gastos gerenciáveis de R$ 63 bilhões, de um total de R$ 199 bilhões que constituem a base de custos do produto vendido e despesas operacionais da companhia em 2011. Ela foi concluída em agosto, e teve como objetivo “formar uma visão preliminar das áreas de foco e o potencial de otimização”. A segunda fase está em andamento e as oportunidades de otimização de custos de cada macro processo operacional estão sendo detalhadas e quantificadas, com o objetivo de confirmar o potencial qualificado e quantificado na fase inicial. A expectativa é que a segunda fase termine em novembro de 2012.


Já a terceira fase deve ser concluída em dezembro e visa consolidar o plano de implementação, uma vez que terá o potencial confirmado e traduzido em metas claras. As metas do Procop devem ser divulgadas em dezembro deste ano, e a implementação das iniciativas identificadas, em janeiro de 2013.


A parcela identificada pela petrolífera exclui os custos de compra de matéria-prima e derivados, participações governamentais e despesas de depreciação, depleção (esgotamento natural dos poços) e amortização. A base de gastos gerenciáveis de R$ 63 bilhões foi mapeada em mais de 20 processos, divididos nos grupos operacional, de gestão e suporte.


O grupo operacional representa 87% dos gastos gerenciáveis e diz respeito a processos de produção de petróleo e gás natural, refino, logística de petróleo e derivados, logística de gás natural, geração de energia elétrica, produção de fertilizantes e comercialização. O grupo de gestão fica com 6% e é relativo aos processos da área corporativa de gestão, enquanto o grupo de suporte representa 7% e diz respeito aos processos de suporte às operações.


Como resultado das análises realizadas, foram identificadas 28 oportunidades de otimização com potencial de redução de custos relevante ao longo dos próximos anos. Essas oportunidades se basearam em comparações entre o desempenho de cada ativo com outros similares e mais eficientes atualmente em operação na empresa e/ou na indústria.

 

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