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OGX tem prejuízo de R$33 milhões no primeiro trimestre

A OGX registrou prejuízo de R$ 33,9 milhões no primeiro trimestre de 2011. A empresa fechou o período com investimentos de R$ 679 milhões em exploração e produção (E&P) no Brasil. Somando os valores de 2007 a 2010, o volume de recursos tota

Redação
09/05/2011 13:21
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A OGX registrou prejuízo de R$ 33,9 milhões no primeiro trimestre de 2011. Como a empresa entrará em produção no segundo semestre deste ano, o valor é reflexo dos altos investimentos na campanha exploratória e das despesas administrativas. O resultado financeiro foi positivo em R$ 17,9 milhões.   
 
 
A empresa fechou o primeiro trimestre com investimentos de R$ 679 milhões em exploração e produção (E&P) no Brasil. Somando os valores de 2007 a 2010, o volume de recursos totaliza cerca de R$ 5,3 bilhões, tornando a OGX a empresa de óleo e gás privada que mais investe no Brasil. 

 

A OGX encerrou o primeiro trimestre com R$ 4,1 bilhões em caixa (US$ 2,5 bilhões), refletindo sua capacidade de gerir de maneira eficaz os custos, principalmente em um período em que a campanha de perfuração foi intensificada e estrutura organizacional reforçada, à medida que se aproxima da fase de produção.

 

Para o diretor Geral e de Exploração da OGX, Paulo Mendonça, o primeiro trimestre foi marcado por um grande avanço na campanha de delimitação de descobertas, tendo em vista a bem-sucedida campanha exploratória iniciada em 2009. Do total de 16 poços iniciados desde o começo do ano, 10 são poços de delimitação das acumulações de Waikiki, Pipeline e Illimani (bacia de Campos) e Fazenda São José (bacia do Parnaíba), visando principalmente à conversão de recursos contingentes 3C em recursos 2C e 1C, e futuramente em reservas.

 

“A OGX se tornou uma Companhia mais madura ao fazer a transição para a próxima fase do desenvolvimento, saindo de uma empresa puramente exploratória, voltada para a perfuração de poços pioneiros, para uma empresa também focada na produção do seu primeiro barril de óleo ainda este ano em Waimea, na Bacia de Campos. Paralelamente, seguimos buscando realizar novas descobertas a serem desenvolvidas e expandir nossa carteira exploratória de alto potencial”, destacou Mendonça.

 

A companhia tem em vista eventos importantes para os próximos meses, sendo eles: (i) início da produção no segundo semestre de 2011 através do Teste de Longa Duração na acumulação de Waimea; (ii) continuidade da intensa campanha de delimitação, principalmente na Bacia de Campos; (iii) início da campanha exploratória nas Bacias de Pará-Maranhão e Espírito Santo no primeiro e segundo semestre, respectivamente e (iv) início da declaração de comercialidade das descobertas já realizadas em Campos e Parnaíba.

 

“Nossa equipe de produção está focada no teste de longa duração que realizaremos no segundo semestre deste ano com vistas à produção de nosso primeiro óleo e sua comercialização. Ao mesmo tempo, com o estado avançado de delimitação das descobertas de Pipeline e Waikiki, também na Bacia de Campos, e a qualidade dos seus reservatórios, já estamos avaliando o desenvolvimento da produção dessas áreas, consideradas hoje prioritárias após Waimea”, comentou Reinaldo Belotti, diretor de Produção da OGX.
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