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MPEs paulistas têm o melhor faturamento para janeiro

Faturamento foi de R$ 40,6 bilhões.

Agência Brasil
13/03/2013 16:54
Visualizações: 954

 

As  micro e pequenas empresas (MPEs) do estado de São Paulo alcançaram um faturamento de R$ 40,6 bilhões em janeiro, valor 0,9% maior do que o registrado em igual período do ano passado. Embora a taxa de crescimento tenha sido modesta, essa é a maior receita já obtida pelo setor para um mês de janeiro desde 2001. Na comparação com dezembro, no entanto, houve queda de 18,1%.
O economista e consultor do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-SP) Pedro Gonçalves lembra que o desempenho positivo ocorreu sobre uma base de forte expansão já que, em janeiro do ano passado, o faturamento foi 6,3% superior ao mesmo mês de 2011. Segundo ele, ao longo de 2012, as MPEs tiveram um crescimento de 8,1%, bem acima da variação do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que é a soma das riquezas geradas no país (0,9%).
O comércio, com alta de 4,2%, puxou o aumento em janeiro. No segmento dos serviços (-1,6%) e da indústria (-4,1%) houve retração. No último caso, o resultado foi o pior para um mês de janeiro desde 2009.
Gonçalves acredita que esses recuos não significam uma tendência, apenas efeitos isolados que serão superados ao longo de 2013. Ele justificou que, no caso da indústria, o setor está “em compasso de espera” em torno dos rumos da economia. Além disso, segundo ele, ainda não houve uma reação plena do setor a respeito dos efeitos da política de desoneração da folha de pagamento como forma de baratear os custos de produção bem como da redução da tarifa de energia elétrica e da queda da taxa básica de juros, a Selic.
Na sondagem feita pelo Sebrae-SP, em fevereiro, metade dos empresários declarou que espera manter o mesmo nível de faturamento nos próximos seis meses. Um ano antes, o percentual de entrevistados que previa estabilidade era 53%.

As  micro e pequenas empresas (MPEs) do estado de São Paulo alcançaram um faturamento de R$ 40,6 bilhões em janeiro, valor 0,9% maior do que o registrado em igual período do ano passado. Embora a taxa de crescimento tenha sido modesta, essa é a maior receita já obtida pelo setor para um mês de janeiro desde 2001. Na comparação com dezembro, no entanto, houve queda de 18,1%.


O economista e consultor do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-SP) Pedro Gonçalves lembra que o desempenho positivo ocorreu sobre uma base de forte expansão já que, em janeiro do ano passado, o faturamento foi 6,3% superior ao mesmo mês de 2011. Segundo ele, ao longo de 2012, as MPEs tiveram um crescimento de 8,1%, bem acima da variação do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que é a soma das riquezas geradas no país (0,9%).


O comércio, com alta de 4,2%, puxou o aumento em janeiro. No segmento dos serviços (-1,6%) e da indústria (-4,1%) houve retração. No último caso, o resultado foi o pior para um mês de janeiro desde 2009.


Gonçalves acredita que esses recuos não significam uma tendência, apenas efeitos isolados que serão superados ao longo de 2013. Ele justificou que, no caso da indústria, o setor está “em compasso de espera” em torno dos rumos da economia. Além disso, segundo ele, ainda não houve uma reação plena do setor a respeito dos efeitos da política de desoneração da folha de pagamento como forma de baratear os custos de produção bem como da redução da tarifa de energia elétrica e da queda da taxa básica de juros, a Selic.


Na sondagem feita pelo Sebrae-SP, em fevereiro, metade dos empresários declarou que espera manter o mesmo nível de faturamento nos próximos seis meses. Um ano antes, o percentual de entrevistados que previa estabilidade era 53%.

 

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