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Lucro da alemã E.On cresce no semestre

Crescimento foi de 3 bilhões de euros.

Valor Econômico
13/08/2013 09:54
Visualizações: 974

 

Lucro da alemã E.On cresce no semestre para 3 bilhões de euros
 A E.On, empresa alemã de geração de energia, apurou lucro líquido de 3,07 bilhões de euros no primeiro semestre, 6% a mais que um ano antes. A companhia atribuiu o aumento a maiores ganhos na alienação de ativos. 
Nos seis meses até junho, a companhia não contou com o ganho extraordinário de 1,2 bilhão de euros registrado em igual período de 2012, advindo da renegociação de um contrato de longo prazo com a russa Gazprom, que fornece gás natural à companhia.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) somou 5,695 bilhões de euros, queda de 15% em relação a um ano antes. O número é ajustado por itens extraordinários. 
A empresa reiterou que espera, para 2013, um Ebitda entre 9,2 bilhões de euros e 9,8 bilhões de euros. Isso equivale a uma queda de 15% no ano, refletindo a fraca demanda na Europa, que tem pressionado os preços da energia no atacado.
No Brasil, a E.On assumiu no início de julho o controle da MPX, empresa de energia que pertencia ao grupo EBX, do empresário Eike Batista. 

A E.On, empresa alemã de geração de energia, apurou lucro líquido de 3,07 bilhões de euros no primeiro semestre, 6% a mais que um ano antes. A companhia atribuiu o aumento a maiores ganhos na alienação de ativos. 


Nos seis meses até junho, a companhia não contou com o ganho extraordinário de 1,2 bilhão de euros registrado em igual período de 2012, advindo da renegociação de um contrato de longo prazo com a russa Gazprom, que fornece gás natural à companhia.


O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) somou 5,695 bilhões de euros, queda de 15% em relação a um ano antes. O número é ajustado por itens extraordinários. 


A empresa reiterou que espera, para 2013, um Ebitda entre 9,2 bilhões de euros e 9,8 bilhões de euros. Isso equivale a uma queda de 15% no ano, refletindo a fraca demanda na Europa, que tem pressionado os preços da energia no atacado.


No Brasil, a E.On assumiu no início de julho o controle da MPX, empresa de energia que pertencia ao grupo EBX, do empresário Eike Batista. 

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