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Embarcação terá acabamento no mar

Para o lançamento do Suezmax ao mar serão chamados o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, todos os ministros do Governo Federal, assim como os senadores, deputados federais e parlamentares estaduais pernambucanos. Porém, vale salientar, apesar de quase concluído,

Folha de Pernambuco
05/04/2010 02:05
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Para o lançamento do Suezmax ao mar serão chamados o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, todos os ministros do Governo Federal, assim como os senadores, deputados federais e parlamentares estaduais pernambucanos. Porém, vale salientar, apesar de quase concluído, o navio atracará num cais de acabamento. “São executadas a finalização de montagem, das áreas internas, da montagem das acomodações (incluindo instalação dos móveis), dos testes de cais e provas de mar”, esclareceu o presidente do Estaleiro Atlântico Sul (EAS), Angelo Bellelis. Somente após esses serviços é que a embarcação será entregue à Transpetro.

 

 

Os prazos para a entrega do petroleiro são um pouco divergentes. Enquanto o EAS dá como certo que isso ocorrerá em agosto, a Transpetro acredita que, talvez, a encomenda possa ser encaminhada antes deste prazo, acontecendo em julho. “O lançamento ao mar do primeiro navio do Promef é um fato histórico. Atravessamos uma verdadeira epopéia para chegarmos a esse ponto. Quando iniciamos o programa, a desconfiança era enorme.

Mas, este ano, com os primeiros navios sendo lançados, veremos a prova real do acerto e da força do Promef”, enfatizou o presidente da Transpetro, Sérgio Machado. Hoje, o País já possui a quinta maior carteira mundial de encomendas de petroleiros e 10% da carteira de navios do tipo Suezmax. “Nossa principal meta foi alcançar, ao longo do Promef, preços e qualidade internacionalmente competitivos”, frisou Machado.

 

Ele aposta que os custos dos próximos navios tendem a ser menores do que os do primeiro, haja vista a estrutura criada para atender a essa produção. É um discurso recorrente do presidente Lula: O Brasil perderia bilhões em investimentos e criação de empregos se deixasse de fabricar embarcações para continuar afretando no exterior (somente o Promef I exige um índice de nacionalização de 65% dos navios)

 

Fonte: Folha de Pernambuco/PAULO MARINHO  

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