Internacional
O diretor-geral da ANTAQ Fernando Fialho recebeu ontem (21/06) na sede da Agência, em Brasília, o embaixador do Congo Aimé-Clovis Guillond. O diplomata manifestou o interesse de seu País em estabelecer acordos de cooperação na área de transportes
ANTAQO diretor-geral da ANTAQ Fernando Fialho recebeu ontem (21/06) na sede da Agência, em Brasília, o embaixador do Congo Aimé-Clovis Guillond. O diplomata manifestou o interesse de seu País em estabelecer acordos de cooperação na área de transportes aquaviários, especialmente em navegação interior. “Queremos aproveitar a experiência da ANTAQ em acordo de cooperação com vistas ao desenvolvimento dos transportes aquaviários no Congo”, disse Guillond.
Fialho presenteou o embaixador com publicações da Agência, como o livro “Estradas d´Água: Hidrovias do Brasil”, primeiro do gênero editado no País. O diretor-geral apresentou a Guillond uma visão geral das atividades desenvolvidas pela autarquia nos setores portuário, de navegação marítima e fluvial. Destacou ainda os diversos acordos de cooperação internacional que a Agência têm estabelecido nos últimos anos.
“Realizamos três seminários internacionais, com os Estados Unidos, a Bélgica e a Holanda, e desde então, temos mantido um intercâmbio institucional com entidades ligadas ao transporte aquaviário nestes países”, explicou Fialho.
O embaixador impressionou-se com a extensão da malha hidroviária brasileira, de 45 mil quilômetros de vias potencialmente navegáveis, dos quais 15 mil são utilizados atualmente. “Podemos chegar a 63 mil, ligando rios próximos por meio de canais relativamente curtos”, adicionou o diretor-geral.
Guillond interessou-se pelo sistema de dragagem dos rios e portos brasileiros. “A dragagem é um problema que temos de enfrentar no Congo”, esclareceu. O diretor explicou ao diplomata que a responsabilidade pela dragagem das vias navegáveis é compartilhada pelo Ministério dos Transportes, que cuida da dragagem fluvial, e pela Secretaria de Portos, que se encarrega da dragagem nos portos brasileiros.
Ao final, Guillond e Fialho acordaram tratar em breve de uma futura visita de autoridades e técnicos congoleses do setor de transporte aquaviário ao Brasil e, em seguida, de seus homólogos brasileiros ao Congo.
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