Empresas

Eletrobras parcela indenizações

Parcelas começaram a ser pagas no último dia 18.

Valor Econômico
28/01/2013 10:45
Visualizações: 698

 

As empresas do grupo Eletrobras aceitaram receber parte dos R$ 14,091 bilhões de indenização pela antecipação da renovação das concessões em parcelas, que começaram a ser pagas no dia 18 de janeiro. O valor deve ser suficiente para honrar investimentos até 2014, último ano do mandato da presidente Dilma Rousseff. Depois, é possível que a União tenha que injetar recursos na companhia.
Chesf, Eletronorte e Eletrosul receberam 50% do que tinham direito, no dia 18 de janeiro. Receberão o resto em parcelas mensais. Furnas decidiu receber quase a totalidade dos R$ 3,622 bilhões que tem a receber pelos ativos de transmissão (R$ 2,878 bilhões) e geração (R$ 730,9 milhões).
O diretor financeiro de Furnas, Nilton Foletto, disse que a empresa recebeu, no dia 18 de janeiro, R$ 237,5 milhões. O valor se refere à totalidade da indenização pela usina de Marimbondo (R$ 64,3 milhões), a primeira parcela da usina de Corumbá (que venceria em novembro de 2014 e será paga em 23 prestações) e dos ativos de transmissão que serão pagos em 31 prestações, até julho de 2015.
Segundo Foletto, a opção era receber à vista ou a prazo até o vencimento do contrato original (antes da renovação), sendo que os valores parcelados serão corrigidos pelo IPCA mais 5,59%. Para Furnas, a remuneração é mais vantajosa do que se recebesse à vista e aplicasse o dinheiro no Banco do Brasil, no qual estatais devem deixar o caixa.
"Parcelar foi uma opção financeira melhor do que receber à vista e aplicar no mercado. A diferença em termos de remuneração é enorme, de 11,8% contra 7,1%, são quase cinco pontos percentuais, já que o Banco do Brasil não paga 100% do CDI", antecipou Foletto ao 'Valor PRO'. Procurada, a Eletrobras não se pronunciou.
Na sexta-feira (25), em reunião do conselho de administração, a Eletrobras foi informada de que enquanto não regularizar as obras em atraso não terá autorização para novos investimentos. A empresa fechou 2012 com investimento recorde de R$ 9,9 bilhões. Também não foi aprovado pedido de aumento de capital das distribuidoras federalizadas, conforme informação publicada originalmente no 'Valor PRO', serviço de informação em tempo real do 'Valor'. O conselho não discutiu a venda das distribuidoras, que perderam a fonte de crédito com o fim da Reserva Global de Reversão, encerrada com o pagamento das concessões.

As empresas do grupo Eletrobras aceitaram receber parte dos R$ 14,091 bilhões de indenização pela antecipação da renovação das concessões em parcelas, que começaram a ser pagas no dia 18 de janeiro. O valor deve ser suficiente para honrar investimentos até 2014, último ano do mandato da presidente Dilma Rousseff. Depois, é possível que a União tenha que injetar recursos na companhia.


Chesf, Eletronorte e Eletrosul receberam 50% do que tinham direito, no dia 18 de janeiro. Receberão o resto em parcelas mensais. Furnas decidiu receber quase a totalidade dos R$ 3,622 bilhões que tem a receber pelos ativos de transmissão (R$ 2,878 bilhões) e geração (R$ 730,9 milhões).


O diretor financeiro de Furnas, Nilton Foletto, disse que a empresa recebeu, no dia 18 de janeiro, R$ 237,5 milhões. O valor se refere à totalidade da indenização pela usina de Marimbondo (R$ 64,3 milhões), a primeira parcela da usina de Corumbá (que venceria em novembro de 2014 e será paga em 23 prestações) e dos ativos de transmissão que serão pagos em 31 prestações, até julho de 2015.


Segundo Foletto, a opção era receber à vista ou a prazo até o vencimento do contrato original (antes da renovação), sendo que os valores parcelados serão corrigidos pelo IPCA mais 5,59%. Para Furnas, a remuneração é mais vantajosa do que se recebesse à vista e aplicasse o dinheiro no Banco do Brasil, no qual estatais devem deixar o caixa.


"Parcelar foi uma opção financeira melhor do que receber à vista e aplicar no mercado. A diferença em termos de remuneração é enorme, de 11,8% contra 7,1%, são quase cinco pontos percentuais, já que o Banco do Brasil não paga 100% do CDI", antecipou Foletto ao 'Valor PRO'. Procurada, a Eletrobras não se pronunciou.


Na sexta-feira (25), em reunião do conselho de administração, a Eletrobras foi informada de que enquanto não regularizar as obras em atraso não terá autorização para novos investimentos. A empresa fechou 2012 com investimento recorde de R$ 9,9 bilhões. Também não foi aprovado pedido de aumento de capital das distribuidoras federalizadas, conforme informação publicada originalmente no 'Valor PRO', serviço de informação em tempo real do 'Valor'. O conselho não discutiu a venda das distribuidoras, que perderam a fonte de crédito com o fim da Reserva Global de Reversão, encerrada com o pagamento das concessões.

 

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Crise
Conflito entre EUA e Irã: alta do petróleo pressiona cus...
20/03/26
P&D
Pesquisadores da Coppe desenvolvem técnica inovadora par...
20/03/26
Leilão
TBG avalia como positivo resultado do LRCAP 2026 e desta...
20/03/26
Macaé Energy
Lumina Group marca presença na Macaé Energy 2026
20/03/26
Resultado
Gasmig encerra 2025 com lucro líquido de R$ 515 milhões ...
20/03/26
Combustíveis
Fiscalização nacional alcança São Paulo e amplia ações s...
20/03/26
Macaé Energy
Macaé Energy 2026 encerra com público recorde de 15 mil ...
19/03/26
Exportações
Firjan manifesta preocupação com a oneração das exportaç...
19/03/26
Energia Solar
Newave Energia e Gerdau inauguram Complexo Solar de Barr...
19/03/26
Combustíveis
Diesel chega a R$ 7,17 com conflito entre EUA e Irã, apo...
19/03/26
Petrobras
Museu do Petróleo e Novas Energias irá funcionar no préd...
19/03/26
Pesquisa e Inovação
MODEC impulsiona inovação e P&D com ideias que apontam o...
19/03/26
Etanol
Geopolítica e energia redesenham o papel do etanol no ce...
19/03/26
Energia Elétrica
Copel vence leilão federal e vai aumentar em 33% a capac...
19/03/26
Macaé Energy
Macaé Energy: debates focam no papel estratégico do gás ...
18/03/26
Economia
Firjan vê início da queda da Selic como positivo para a ...
18/03/26
Internacional
Petrobras confirma nova descoberta de gás na Colômbia
18/03/26
Publicações
IBP fortalece editora institucional, amplia publicações ...
18/03/26
Macaé Energy
Acro Cabos de Aço participa da Macaé Energy 2026
18/03/26
Macaé Energy
Macaé Energy 2026 consolida município como capital nacio...
17/03/26
Macaé Energy
Com recorde de público, feira e congresso do Macaé Energ...
17/03/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.

23