Energia elétrica

Diretoria do Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS visita obras da GNA

Redação/Assessoria
01/11/2019 16:46
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O diretor-geral do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), Luiz Eduardo Barata Ferreira, acompanhado do diretor de Operação da instituição, Sinval Gama, estiveram nesta semana, no Porto do Açu, em São João da Barra (RJ), para uma visita técnica aos projetos da GNA. Na ocasião, os diretores percorreram as obras da UTE GNA I e do Terminal de Regasificação de GNL, que integrarão o maior complexo termelétrico a gás natural da América Latina, com 3 GW de capacidade instalada, capaz de suprir 14 milhões de residências.

Os empreendimentos da GNA estão alinhados com as diretrizes do Novo Mercado de Gás, recentemente anunciado pelo Ministério de Minas e Energia (MME), e que visa o fortalecimento e a abertura do mercado de gás e energia brasileiro.

"Agradecemos a oportunidade de conhecer um empreendimento desse porte, que tem grande importância para o Sistema Interligado Nacional e, em especial, para o desenvolvimento do estado do Rio de Janeiro", afirmou Luiz Eduardo Barata Ferreira, diretor-geral do ONS.

"Temos muito orgulho de apresentar o nosso projeto termelétrico, que adicionará 3 GW de energia segura para o Sistema Interligado Nacional e contribuirá para a diversificação da matriz energética", afirmou Bernardo Perseke, Diretor-Presidente da GNA. Perseke destacou ainda que "a execução das obras leva em conta o máximo cuidado com a Segurança nas atividades e as oportunidades para a população local".

Atualmente, mais de 5.500 pessoas trabalham nos empreendimentos da GNA, sendo a maioria moradora da região. Segurança é um valor levado a sério. Neste mês de outubro, a empresa completou 8 milhões de horas sem acidentes com afastamento em seus empreendimentos.

Institucional

Visita técnica

A visita foi iniciada pela UTE GNA I, usina termelétrica a gás natural em ciclo combinado de 1,3 GW de capacidade instalada. Com mais de 88% de evolução das obras, a usina está prevista para iniciar a operação comercial em janeiro de 2021. Na sequência, os diretores visitaram o terminal de regaseificação de GNL, que será o primeiro terminal de uso privado do Brasil. Nele, ficará posicionada, de forma permanente, a FSRU BW Magna, Unidade Flutuante de Armazenamento e Regaseificação de GNL, que chegará ao Brasil em 2020.

Acompanharam a vista Bernardo Perseke, Diretor-Presidente da GNA, Carlos Baldi, Diretor de Implantação da GNA, Guilherme Penteado, Diretor de Regulação da GNA, e Luiz Fernando Vianna, à frente da Delta Energia.

Complexo Termelétrico

Com investimento total estimado de R$ 8,5 bilhões, o Complexo Termelétrico que a GNA constrói no Porto do Açu contempla também uma segunda térmica a gás (UTE GNA II) de 1,7 GW. Juntas, a UTE GNA I e UTE GNA II somam 3 GW de capacidade instalada, sendo responsáveis por 17% da geração térmica a gás natural do Brasil.

Expansão

A GNA possui, ainda, licença ambiental para mais que dobrar sua capacidade instalada, podendo chegar a 6,4 GW, o que permitirá o desenvolvimento de projetos termelétricos adicionais no futuro. Somado a isso, a localização estratégica do Porto do Açu, próximo aos campos produtores de pré-sal e ao circuito de transmissão de 500 kV recém licitados, possibilitará a criação de um Hub de Gás, para recebimento, processamento e transporte do gás associado, bem como exportação de grandes blocos de energia, contribuindo de forma significativa para o desenvolvimento da região de São João da Barra, do Estado do Rio de Janeiro e do Brasil.

Sobre a GNA

A GNA – Gás Natural Açu é uma joint venture entre pela Prumo Logística, a BP e a Siemens dedicada ao desenvolvimento, implantação e operação de projetos estruturantes e sustentáveis de energia e gás. A empresa constrói no Porto do Açu (RJ) o maior parque termelétrico a gás natural da América Latina. O projeto compreende a implantação de duas usinas térmicas movidas a gás natural (GNA I e GNA II) que, em conjunto, alcançarão 3 GW de capacidade instalada. Juntas, as duas térmicas irão gerar energia suficiente para atender cerca de 14 milhões de residências. Além das térmicas, o projeto compreende um Terminal de Regaseificação de GNL (Gás Natural Liquefeito), de 21 milhões de metros cúbicos/dia.

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