Segurança + IA
Redação TN / Assessoria Oakmont Group
A adoção de agentes de IA nas rotinas corporativas está levando a cibersegurança para além da proteção de usuários, dispositivos e aplicações. Sistemas capazes de acessar dados, interagir com diferentes ferramentas e executar ações de forma autônoma exigem controles sobre identidade, acesso, uso de informações e rastreabilidade. A temática dos agentes de IA e os desafios da segurança corporativa foram destaque no Proofpoint Protect 2026, encontro global da Proofpoint realizado entre os dias 21 e 23 de setembro, em San Diego, Estados Unidos.
Renato Jager, CTO da Oakmont Group, acompanhou o Partner Summit, a apresentação principal e sessões temáticas do evento. A programação reuniu líderes de segurança, especialistas e parceiros internacionais para discussões sobre proteção de pessoas e dados, segurança de ambientes colaborativos, governança e proteção de agentes de inteligência artificial. A agenda também incluiu apresentações de novas tecnologias, treinamentos técnicos e encontros voltados ao ecossistema global de canais.
A participação da Oakmont teve como principal objetivo acompanhar a evolução tecnológica e estratégica da fabricante para identificar oportunidades de aplicação no mercado brasileiro. Além disso, a empresa buscou aprofundar seu relacionamento com a própria Proofpoint enquanto revendedora oficial da marca. A agenda também permitiu entender o anúncio da nova abordagem que reúne segurança de dados e IA para analisar o acesso e o uso de informações por pessoas e agentes. A companhia também apresentou uma evolução da proteção de e-mail e colaboração que procura identificar a finalidade de interações suspeitas, inclusive quando elas parecem fazer parte de uma conversa legítima. As novas capacidades foram anunciadas para disponibilização gradual até o fim de 2026 e no primeiro trimestre de 2027.
"Outro objetivo foi entender tendências, modelos de operação e novas demandas dos clientes que deverão influenciar o mercado de cibersegurança nos próximos anos", ressaltou. Entre os principais pontos observados por Jager está a mudança no papel dos agentes de inteligência artificial dentro dos ambientes empresariais. Segundo o CTO, eles deixam de ser apenas ferramentas tecnológicas e passam a representar uma nova identidade digital, com capacidade de acessar sistemas, manipular informações, trocar dados e executar ações de forma cada vez mais autônoma.
“A mudança cria uma nova superfície de risco e exige que as organizações controlem não somente usuários humanos, mas também as interações entre pessoas, dados, aplicações e agentes de IA”, afirma Jager.
Com 27 anos de atuação, o Oakmont Group é uma empresa brasileira de cibersegurança especializada na proteção de operações críticas, infraestrutura e operações corporativas, com atuação nacional e internacional. Renato Jager possui mais de 30 anos de experiência em computação, tecnologia, cibersegurança e transformação digital. O especialista acumula atuação em novos negócios, inovação, M&A, desenvolvimento de produtos e estruturação de portfólios tecnológicos.
A partir da participação no Proofpoint Protect 2026, Jager está disponível para comentar os impactos da adoção de agentes de IA sobre segurança corporativa, proteção de dados, controle de acessos, governança e preparação das empresas brasileiras para ambientes digitais cada vez mais automatizados, trazendo uma perspectiva global para o tema da cibersegurança no país.
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