Investimento

Crédito à Petrobras fez o BNDES bater recorde histórico

O crédito da estatal é de R$ 9,4 bilhões.

Folha de São Paulo
06/08/2012 14:21
Visualizações: 1608

 

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) bateu recorde histórico no volume de empréstimos aprovados em maio com um crédito de R$ 9,4 bilhões à Petrobras.
Desde 1999, quando a série foi iniciada, não havia registros de valor tão elevado, tanto para o período de referência quanto para o acumulado nos cinco primeiros meses do ano, segundo o banco.
O recurso é um crédito pré-aprovado para investimentos na área ambiental, principalmente para redução do teor de enxofre nos combustíveis, e desenvolvimento de pesquisas na área do pré-sal.
A esse tipo de financiamento só têm acesso empresas com crédito no BNDES. Entre elas estão a mineradora Vale, a petroquímica Braskem, a Ultragás e a construtora Camargo Côrrea.
O BNDES, além de ter como principal cliente a Petrobras, é também acionista da estatal. No balanço mais recente, o BNDES detinha 6,02% das ações, e o BNDESPar (braço do BNDES em participações), 2,33%.
A 'Folha' apurou que a Petrobras vai usar a maior parte dos recursos em projetos do seu centro de pesquisas (Cenpes), que busca soluções para exploração em águas profundas com objetivo de reduzir custos.
Segundo o mais recente relatório financeiro da petrolífera, os custos de extração de petróleo aumentaram 19% no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, para US$ 22,47 por barril (159 litros).
O crédito pré-aprovado do BNDES foi instituído há cinco anos para auxiliar as empresas na execução dos seus planos de investimentos. No caso da Petrobras, o crédito está relacionado ao plano até 2016.
Ao todo, em maio, o banco aprovou R$ 20,7 bilhões em financiamentos a empresas. Nos cinco primeiros meses do ano, o valor somou R$ 56,1 bilhões, de acordo com dados do relatório do BNDES.
Os recursos liberados em maio foram de R$ 9,6 bilhões. Nos cinco primeiros meses, foram R$ 43,8 bilhões. Já o número de consultas para empréstimos em maio foi de R$ 17,9 bilhões.
No acumulado dos cinco meses, somou R$ 92,5 bilhões.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) bateu recorde histórico no volume de empréstimos aprovados em maio com um crédito de R$ 9,4 bilhões à Petrobras.


Desde 1999, quando a série foi iniciada, não havia registros de valor tão elevado, tanto para o período de referência quanto para o acumulado nos cinco primeiros meses do ano, segundo o banco.


O recurso é um crédito pré-aprovado para investimentos na área ambiental, principalmente para redução do teor de enxofre nos combustíveis, e desenvolvimento de pesquisas na área do pré-sal.


A esse tipo de financiamento só têm acesso empresas com crédito no BNDES. Entre elas estão a mineradora Vale, a petroquímica Braskem, a Ultragás e a construtora Camargo Côrrea.


O BNDES, além de ter como principal cliente a Petrobras, é também acionista da estatal. No balanço mais recente, o BNDES detinha 6,02% das ações, e o BNDESPar (braço do BNDES em participações), 2,33%.


A 'Folha' apurou que a Petrobras vai usar a maior parte dos recursos em projetos do seu centro de pesquisas (Cenpes), que busca soluções para exploração em águas profundas com objetivo de reduzir custos.


Segundo o mais recente relatório financeiro da petrolífera, os custos de extração de petróleo aumentaram 19% no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, para US$ 22,47 por barril (159 litros).


O crédito pré-aprovado do BNDES foi instituído há cinco anos para auxiliar as empresas na execução dos seus planos de investimentos. No caso da Petrobras, o crédito está relacionado ao plano até 2016.


Ao todo, em maio, o banco aprovou R$ 20,7 bilhões em financiamentos a empresas. Nos cinco primeiros meses do ano, o valor somou R$ 56,1 bilhões, de acordo com dados do relatório do BNDES.


Os recursos liberados em maio foram de R$ 9,6 bilhões. Nos cinco primeiros meses, foram R$ 43,8 bilhões. Já o número de consultas para empréstimos em maio foi de R$ 17,9 bilhões.

 

No acumulado dos cinco meses, somou R$ 92,5 bilhões.

 

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