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Com custo global estimado de US$ 2,5 trilhões ao ano, a corrosão dos metais exige atuação em várias frentes, modelo adotado pela Priner.
Redação TN Petróleo/Assessoria Priner
Poucos problemas da indústria de óleo e gás são tão inevitáveis quanto a corrosão. Segundo a AMPP (Association for Materials Protection and Performance), ela custa US$ 2,5 trilhões por ano ao setor global, e cerca de 35% desse valor poderia ser evitado com práticas adequadas de controle. No offshore, cloretos, umidade, oxigênio dissolvido, calor e microrganismos atuam ao mesmo tempo sobre plataformas e FPSOs.
O maior risco está no que não se vê.
Pitting, corrosão sob isolamento (CUI), corrosão-fadiga e corrosão microbiologicamente influenciada (MIC) podem evoluir por anos sem sinais externos. Há ainda o desafio logístico: flares, costados e módulos de topside exigem acessos complexos, e cada profissional embarcado ocupa uma vaga no POB (People on Board).
O mercado converge para uma proteção em camadas.
A primeira barreira é o revestimento, cuja durabilidade depende tanto da tinta quanto da preparação da superfície. Com atuação e expertise consolidada em plataformas e FPSOs, a Priner mantém em Macaé (RJ), um laboratório de controle de qualidade de pintura, apontado como pioneiro no país, que realiza ensaios e testes de acordo com normas e especificações técnicas. O isolamento térmico íntegro completa a proteção, ao impedir que a umidade alcance o metal e dê origem à CUI.
O monitoramento é a segunda frente.
A empresa apoia rotinas de inspeção, inclusive no ambiente submarino, com ultrassom, termografia, correntes parasitas e método da memória magnética, técnicas que dispensam parar a operação. Sensores permanentes e Structural Health Monitoring (SHM) antecipam tendências de degradação.
A evolução mais visível está no acesso.
O Web PrinerDeck®, plataforma suspensa, posiciona equipes em estruturas complexas com menor POB que o alpinismo industrial. Combinado a mantas térmicas (Heat Shield), viabiliza a pintura de flares em operação, em áreas de até 500 °C, intervenção que antes exigia parada de produção. Em grandes superfícies, soluções robóticas de pintura garantem controle de espessura superior ao manual e retiram operadores do trabalho em altura.
Quando a corrosão já avançou, entra a engenharia de decisão.
O Fitness For Service (FFS) indica se um componente ainda opera com segurança, e a Inspeção Baseada em Risco (RBI) define onde e quando inspecionar, concentrando recursos nos ativos mais críticos.
Se o dano já atingiu a parede interna da tubulação, substituir o trecho nem sempre é o caminho mais eficiente, dada a logística e o POB. O Priner Pipe Repair (PPR) usa a tecnologia Pipe In Liner: um revestimento interno semirrígido é inserido na tubulação existente, criando uma tubulação dentro da antiga, sem escavação. Atende tubulações do setor de óleo e gás, de água pluvial e de efluentes industriais, até 55 bar e de -20 °C a 120 °C.
Ao reunir laboratório, inspeção, acesso, robótica, reabilitação de tubulações e engenharia, a Priner cobre todo o ciclo da corrosão offshore, da prevenção à decisão técnica. Para quem busca segurança e continuidade da produção, essa experiência a torna uma das opções mais indicadas contra o problema.
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