Internacional

Conflito na Ucrânia deixa petróleo sem direção

Fato sustentou a alta dos preços do petróleo negociado em Nova York.

Redação, com agências
17/04/2014 10:39
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Os contratos futuros de petróleo operam sem direção única nesta quinta-feira, divididos entre os novos riscos geopolíticos gerados pela intensificação dos conflitos na Ucrânia e a expectativa de que as exportações da Líbia sejam retomadas em breve.
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O aumento das tensões na Ucrânia, onde um confronto entre manifestantes pró-Rússia e militares do exército ucraniano deixou hoje três mortos e 13 feridos, sustentou a alta dos preços do petróleo negociado em Nova York.
Mais cedo, o presidente russo, Vladimir Putin, acusou o governo ucraniano de cometer "um crime grave" ao enviar tropas para enfrentar civis na Ucrânia oriental. Kiev, por sua vez, afirma que os russos enviaram agentes para a região com o objetivo de fomentar os distúrbios.
Os ministros das Relações Exteriores da Rússia, Ucrânia, Estados Unidos e União Europeia estão reunidos nesta manhã em Genebra para tentar encontrar uma solução diplomática entre russos e ucranianos.
Por outro lado, a Líbia pode voltar a exportar petróleo pela primeira vez em meses, após um longo período de disputa entre o governo da Líbia e forças rebeldes que ocupavam terminais de petróleo no leste do país desde meados do ano passado.
Segundo analistas da JBC Energy, o primeiro embarque da commodity pode ocorrer ainda hoje, o que pressionou os preços dos contratos futuros em Londres diante do provável aumento da oferta líbia.
Às 8h15 (de Brasília), o brent para junho caía 0,21%, a US$ 109,37 por barril, na plataforma eletrônica ICE, enquanto na Nymex, o contrato para maio avançava 0,10%, a US$ 103,86 por barril. 

Os contratos futuros de petróleo operam sem direção única nesta quinta-feira (17), divididos entre os novos riscos geopolíticos gerados pela intensificação dos conflitos na Ucrânia e a expectativa de que as exportações da Líbia sejam retomadas em breve.

O aumento das tensões na Ucrânia, onde um confronto entre manifestantes pró-Rússia e militares do exército ucraniano deixou hoje três mortos e 13 feridos, sustentou a alta dos preços do petróleo negociado em Nova York.

Mais cedo, o presidente russo, Vladimir Putin, acusou o governo ucraniano de cometer "um crime grave" ao enviar tropas para enfrentar civis na Ucrânia oriental. Kiev, por sua vez, afirma que os russos enviaram agentes para a região com o objetivo de fomentar os distúrbios.

Os ministros das Relações Exteriores da Rússia, Ucrânia, Estados Unidos e União Europeia estão reunidos nesta manhã em Genebra para tentar encontrar uma solução diplomática entre russos e ucranianos. Por outro lado, a Líbia pode voltar a exportar petróleo pela primeira vez em meses, após um longo período de disputa entre o governo da Líbia e forças rebeldes que ocupavam terminais de petróleo no leste do país desde meados do ano passado.

Segundo analistas da JBC Energy, o primeiro embarque da commodity pode ocorrer ainda hoje, o que pressionou os preços dos contratos futuros em Londres diante do provável aumento da oferta líbia. Às 8h15 (de Brasília), o brent para junho caía 0,21%, a US$ 109,37 por barril, na plataforma eletrônica ICE, enquanto na Nymex, o contrato para maio avançava 0,10%, a US$ 103,86 por barril. 

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