Gás Natural

Compagas apresenta ações e planos de expansão

Assessoria/Redação
18/05/2016 13:17
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A Comissão de Obras Públicas, Transportes e Comunicação da Assembleia Legislativa do Paraná se reuniu nesta segunda-feira (16), sob a presidência do deputado Tião Medeiros (PTB), para ouvir o presidente da Companhia Paranaense de Gás – Compagás, Fernando Ghignone, e seu gerente de Planejamento Estratégico, Guilherme Bedene, sobre as ações atualmente desenvolvidas pela companhia e seus planos de expansão.

Ghignone aproveitou a oportunidade para informar o interesse da empresa em renovar a concessão para a prestação dos seus serviços – que será extinta em três anos, quando completa trinta anos de vigência – abrindo assim a possibilidade de recorrer ao mercado em busca de financiamento para um grande projeto de extensão dos serviços ao maior número possível de municípios. Para que a renovação ocorra, é preciso a anuência do Poder Legislativo.

Potencial – Hoje a empresa opera basicamente em Curitiba e Região Metropolitana e conclui as obras de infraestrutura para implantar o atendimento em Ponta Grossa e Castro. Na avaliação de Ghignone, a situação pode ser considerada boa, com 30 mil domicílios cadastrados, sem contar com as ligações comerciais, que são a prioridade da companhia. Mas pode melhorar muito quando vier a contar com novos recursos que não apenas os próprios. “Potencial para um grande crescimento existe, considerando que se trata de uma matriz energética altamente competitiva, mesmo com a queda dos preços do petróleo. O gás natural ainda representa uma economia de 30% em relação a outras formas de combustível ou energia”, observou.

Bedene fez um breve relato da trajetória da companhia, que teve origem em 1989, com a atribuição da responsabilidade sobre a distribuição do gás natural aos Estados, foi constituída em 1994 e iniciou o funcionamento em 1998, com a primeira ligação comercial em Araucária. Com três sócios, a Copel, a Gaspetro e a japonesa Mitsui, a Compagas já conta com 783 quilômetros de rede instalada e é considerada a terceira maior em atendimento domiciliar do País. Além de Ponta Grossa e região, há projetos contemplando São Mateus do Sul e Lapa e o projeto estruturante para a região Norte, com o gasoduto Paranaguá-Sarandi.

Reconhecendo a fragilidade da rede de postos de abastecimento e admitindo que a área de atuação é ainda bastante restrita, Ghignone defendeu a instalação de um anel de gasodutos acompanhando o anel viário do Estado e destacou o impacto que isso poderá ter na atração de negócios e indústrias para o Paraná. Além de Tião Medeiros, participaram da reunião os deputados Marcio Pauliki (PDT), Felipe Francischini (SD), Pastor Edson Praczyk (PRB) e Missionário Ricardo Arruda (DEM).

A Comissão de Obras Públicas, Transportes e Comunicação da Assembleia Legislativa do Paraná se reuniu nesta segunda-feira (16), sob a presidência do deputado Tião Medeiros (PTB), para ouvir o presidente da Companhia Paranaense de Gás – Compagás, Fernando Ghignone, e seu gerente de Planejamento Estratégico, Guilherme Bedene, sobre as ações atualmente desenvolvidas pela companhia e seus planos de expansão.

hignone aproveitou a oportunidade para informar o interesse da empresa em renovar a concessão para a prestação dos seus serviços – que será extinta em três anos, quando completa trinta anos de vigência – abrindo assim a possibilidade de recorrer ao mercado em busca de financiamento para um grande projeto de extensão dos serviços ao maior número possível de municípios. Para que a renovação ocorra, é preciso a anuência do Poder Legislativo.

Potencial – Hoje a empresa opera basicamente em Curitiba e Região Metropolitana e conclui as obras de infraestrutura para implantar o atendimento em Ponta Grossa e Castro. Na avaliação de Ghignone, a situação pode ser considerada boa, com 30 mil domicílios cadastrados, sem contar com as ligações comerciais, que são a prioridade da companhia. Mas pode melhorar muito quando vier a contar com novos recursos que não apenas os próprios. “Potencial para um grande crescimento existe, considerando que se trata de uma matriz energética altamente competitiva, mesmo com a queda dos preços do petróleo. O gás natural ainda representa uma economia de 30% em relação a outras formas de combustível ou energia”, observou.

Bedene fez um breve relato da trajetória da companhia, que teve origem em 1989, com a atribuição da responsabilidade sobre a distribuição do gás natural aos Estados, foi constituída em 1994 e iniciou o funcionamento em 1998, com a primeira ligação comercial em Araucária. Com três sócios, a Copel, a Gaspetro e a japonesa Mitsui, a Compagás já conta com 783 quilômetros de rede instalada e é considerada a terceira maior em atendimento domiciliar do País. Além de Ponta Grossa e região, há projetos contemplando São Mateus do Sul e Lapa e o projeto estruturante para a região Norte, com o gasoduto Paranaguá-Sarandi.

Reconhecendo a fragilidade da rede de postos de abastecimento e admitindo que a área de atuação é ainda bastante restrita, Ghignone defendeu a instalação de um anel de gasodutos acompanhando o anel viário do Estado e destacou o impacto que isso poderá ter na atração de negócios e indústrias para o Paraná. Além de Tião Medeiros, participaram da reunião os deputados Marcio Pauliki (PDT), Felipe Francischini (SD), Pastor Edson Praczyk (PRB) e Missionário Ricardo Arruda (DEM).

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